Lama Michel – A sabedoria do Budismo Tibetano - parte final
por Jornal Alternativo - j.alternativo@uol.com.br

NGAL-SO – O Caminho do Relaxamento e da Paz Interior
NGAL – Autocura para desbloquear todos os sofrimentos e dores dos nossos bloqueios físicos, mentais, emocionais e energéticos.
SO – Como usar a energia liberada e despertar a nossa Natureza de Buddha.
O Método de Autocura Ngal-So apresentado e ensinado por Lama Gangchen Rinpoche adapta os antigos ensinamentos do Budismo Vajrayana de uma maneira moderna, direta e efetiva de serem praticados pelas pessoas do séc. XXI.
A paz interior, a paz no mundo e a paz no meio ambiente são questões que temos em comum. Se nos unirmos para tratar destas questões, poderemos começar a tornar a paz uma realidade em nosso dia-a-dia.

As práticas tantricas não buscam experiências “fora deste mundo”, mas, ao contrário, buscam transformar nosso cotidiano. Se começamos a ser mais pacíficos em nossos pensamentos, palavras e ações, criamos os hábitos positivos que são a melhor base para experimentarmos os benefícios da Autocura Tântrica Ngal-So.
Para nós, cada cessação do sofrimento que realizamos é a nossa porcentagem de Iluminação, e a base para chegarmos à experiência do nível absoluto da cessação verdadeira no futuro. Nossas aflições mentais se dissolvem como nuvens que evaporam sob o sol de nossa mente de sabedoria, deixando-nos com o céu azul-claro e limpo de nossa mente natural.
Se seguirmos o caminho autocurativo de limpar o nosso coração de puro cristal por meio da percepção direta da verdadeira natureza da realidade repetidas vezes, chegaremos rapidamente ao nível absoluto da mente cristalina pura – Dharmakaya, da palavra cristalina pura – Sambhohakaya, e do corpo cristalino puro – Nirmanakaya.
Os Lamas Curadores assumiram a responsabilidade de guiar todos os seres vivos para esse nível de Autocura Absoluta. Seguindo o caminho autocurativo de relaxamento e nos tornando assim mais saudáveis no nível absoluto, também nos tornaremos Lamas Curadores e terapeutas, com a capacidade de usar nossa energia de puro cristal para ajudar a curar muitos outros seres em sofrimento.
Lama Gangchen Rinpoche – "Ngal-So Autocura Tântrica II"

Venerável Lama Gangchen Tulku Rinpoche nasceu no Tibete em 1941. É o detentor de uma linhagem ininterrupta de Lamas Curadores e Mestres Tântricos e recebeu a educação tradicional nos Monastérios de Tashi Lumpo e Sera Me no Tibet.
Em 1963, Lama Gangchen exilou-se na Índia, onde continuou seus estudos na Universidade de Varanasi. Em 1983 fixou residência em Milão, na Itália.
Lama Gangchen é um mestre moderno ciente das necessidades, anseios e dificuldades das pessoas de nossos tempos. Sempre com a motivação pura de beneficiar todos os seres, Lama Gangchen lançou em 1993 a prática de Autocura Tântrica Ngal-So de equilíbrio do corpo e da mente. desde então apresentou a série Autocura Ngal-So, adaptando os antigos ensinamentos do budismo tântrico de uma maneira moderna, direta e efetiva de serem praticados pelas pessoas do séc. XXI.

“O Tibet vive uma situação muito curiosa e muito estranha atualmente. Há liberdade religiosa quase total hoje, só não pode exibir imagens do Dalai Lama, porque os chineses continuam considerando-o inimigo. E a administração chinesa apenas fixa o número de monges que podem viver em cada templo – e a explicação disso é mais econômica, já que os monges são sustentados pela comunidade local e então os chineses fixam esse número de acordo com o número de habitantes da comunidade e sua possibilidade econômica.
Já existem mais chineses do que tibetanos no Tibet e a convivência é até pacífica. E tem umas coisas engraçadas: se um tibetano precisa de alguém para lhe fazer um trabalho qualquer ele vai sempre contratar um chinês, não um tibetano. E isso acontece também nas comunidades tibetanas na Índia. Por que acontece isso? Porque o tibetano não é ‘fanático’ pelo trabalho como o chinês de hoje, e até os indianos.
“O Tibet era um país feudal, com um pequena classe de nobres e uma quantidade enorme de plebeus, de vassalos. Era um país muito pobre e muito atrasado. A invasão chinesa, que foi brutal nos primeiros anos, com uma violência enorme, acabou trazendo benefícios para o povo tibetano. E o próprio Dalai Lama reconhece isso, até aceitando que o Tibet seja um ‘estado’ da China, ou algo parecido, desde que respeitadas a tradição, a cultura, a religião e os direitos dos cidadãos tibetanos.
“Outra coisa curiosa é o empenho dos chineses em aprender a arte, o artesanato e até a cultura tibetana, claro que por interesse econômico. E assim é provável que essa cultura e essa arte, que são riquíssimas, acabem sobrevivendo mais pelo trabalho dos chineses do que dos próprios tibetanos.
“Outra constatação que se pode fazer no Tibet de hoje é o crescimento do capitalismo lá. O que os chineses não conseguiram com toda a violência e brutalidade dos primeiros anos da invasão, que era acabar com a religião tibetana, talvez o capitalismo consiga. É muito triste, mas a ameaça existe.”
Para o Lama Michel, outra grande dúvida, a maior, talvez, sobre o futuro do Tibet, especialmente para a sua religião, é o que acontecerá quando o Dalai Lama desencarnar. “Sobre isso não dá nem para arriscar um palpite, imaginar alguma coisa.”


O Centro de Dharma da Paz Shi De Choe Tsog foi concebido como um local de desenvolvimento e aprimoramento da Cultura de Paz, com base nos ensinamentos da Buddha Shakyamuni.
Shi, em Tibetano, significa paz; De, alegria, como uma bênção; Choe refere-se ao Dharma, isto é, todo ensinamento espiritual que liberta os seres do sofrimento e da confusão mental, mostrando o caminho da Iluminação, e Tsog quer dizer Centro, ou pessoas que vêm ao Centro Budista.
O Centro de Dharma da Paz Shi De Choe Tsog é uma instituição humanista e filosófica, sem fins lucrativos. É um local para encontrarmos paz e alegria, cura física e mental
Fundado em 1988 pelo Venerável Lama Gangchen Tulku Rinpoche, mestre do Budismo Tibetano, dedica-se da ao estudo da filosofia e à prática do budismo tibetano, através do desenvolvimento da Cultura da Paz para todos os seres e o meio ambiente. O Centro segue a orientação espiritual de Lama Gangchen Rinpoche e Lama Michel Rinpoche.
Nos 18 anos de existência a instituição mobilizou, sensibilizou, inspirou milhares de pessoas no caminho do auto conhecimento, da harmonia, da cura física e mental, do encontro da felicidade mais plena e duradoura e da paz interior, baseada nos ensinamentos de Buddha Shakyamuni.


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