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"O povo não deve temer o governo,
o governo deve temer seu povo.
Voilà! À vista, um humilde veterano do teatro de variedades, escalado como vítima e vilão pelas vicissitudes do destino. Esta máscara não é apenas uma mero vestígio de vaidade, é um vestígio da vox populi, que não mais existe. No entanto, esta valente visita de um irritante ser ultrapassado, visa varrer esses vermes venais e virulentos da vanguarda do vício que permitem a viciosa e voraz violação da vontade.
O único veredicto é a vingança, uma vendeta, mantida como voto, não em vão, por seu valor e veracidade que um dia vingará os zelosos e virtuosos.
Na verdade, depois desta vívida verbosidade tão vociferante, só quero dizer que é uma honra conhecê-lo e você pode me chamar de V.”
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