publicidade
stum
    home    voltar cadastre-se   clube stum
Numerologia: Previsão ou Livre Arbítrio?
Bookmark and Share
Numerologia: Previsão ou Livre Arbítrio?
:: Sonia Weil ::


Uma questão que muitas vezes surge em relação à Numerologia é se ela faz previsões, e se a sua utilização não interfere em nosso livre arbítrio.

A palavra previsão traz a noção de fatos inalteráveis regendo a nossa vida, dando-nos muito poucas possibilidades de ações alternativas. Ela pode nos trazer um sentimento de inevitabilidade, e por outro lado, o desejo de tudo conhecer para controlar o nosso futuro.

No outro pólo, a palavra liberdade sugere que somos inteiramente independentes e capazes de tudo, como se não fossemos seres regidos por múltiplos ciclos biológicos, emocionais e mentais; e ainda mais, participantes de um meio social e de seu imaginário cultural que nos afeta e por nós é afetado.

A Numerologia traz uma visão alternativa às duas anteriores, integrando-as: existem pré-disposições em termos de características pessoais e do tipo de experiência vivida a cada ano a partir dos nossos ciclos? Sim! Mas COMO e EM QUE NÍVEL isso vai acontecer, depende de nós.

Podemos simplesmente atuar inconscientemente, no piloto automático, como fazemos grande parte das coisas na maior parte do tempo: comemos rapidamente sem perceber bem o gosto da comida; andamos sem prestar atenção ao ambiente que nos cerca e ao próprio andar, imersos que estamos em nossos pensamentos; atropelamos a fala do outro sem tê-lo ouvido por completo, porque já imaginamos o que ele vai dizer (e, é claro, ao ouvi-lo falar, já dividíamos a nossa atenção ao ficar pensando o que iríamos responder em seguida).

Agimos de maneira condicionada sobre padrões que estruturamos a partir das nossas experiências passadas. Desde a nossa infância, criamos mecanismos físicos, emocionais e mentais, que atuam instintivamente nas situações cotidianas, fazendo com que tenhamos reações muitas vezes previsíveis (para os outros mais atentos; nós geralmente nem as percebemos com clareza).

Ficamos presos a esta estrutura e caminhamos pela vida sem muita consciência dos nossos padrões limitadores e de nosso verdadeiro eu.

Quantas vezes repetimos as mesmas atitudes automaticamente, como ao nos magoar ou enfurecer novamente em situações semelhantes, ou nos apaixonar pelo mesmo tipo de pessoa, que, já sabemos, não nos faz bem... e aí dizemos ih, aconteceu de novo?!

Nesse nível, podemos realmente sentir que a vida nos afeta de fora para dentro, pois não temos muita consciência dos nossos processos internos, e de nossas possibilidades maiores.

Mas, por outro lado, quanto mais conscientes nos tornamos, menos nos sentimos joguetes de um destino que tudo determina. Quando começamos a perceber como somos, e como funcionamos nas mais variadas situações, deixamos de nos identificar tão completamente com a visão aprendida e nossos condicionamentos, e percebemos que a relação com a vida é uma parceria de mão dupla.

Criamos e somos criados pelo nosso mapa. Temos tendências inatas, mas podemos trabalhá-las em vários níveis. O mesmo 2 pode ser vivido como sensibilidade extremada e frágil ou capacidade de perceber o outro com profundidade. Podemos nos isolar do mundo num ciclo 9, remoendo os nossos ressentimentos, ou podemos aproveitá-lo para reavaliar a nossa vida, fazendo novas escolhas. Podemos lidar com uma situação de transformação profunda, como num momento 13, de maneira emocional e dramática ou como uma experiência libertadora.

A partir dessa consciência, re-descobrimos a nossa individualidade única e, ao mesmo tempo, a nossa relação com o universo, como seres cósmicos que somos.

E um novo sentido se instala, nos fazendo perceber conexões antes invisíveis aos nossos olhos. Aprendemos as ler os sinais que a vida nos traz e a seguir suas indicações, ao fazer nossas escolhas. Extraímos a lição das situações mais difíceis, evitando que elas tenham que se repetir, repetir, repetir, até que aprendamos a tomar consciência.

Nos permitimos sair do filme conhecido para explorar novos roteiros. Descobrimos que somos o ator, e não apenas o personagem. A partir dessa enfoque, a nossa vida ganha uma nova direção e imensa amplitude.

A Numerologia deixa, aqui, de ser simples previsão, e passa a ser uma indicadora de possibilidades, um verdadeiro mapa de descobrimento e ajuda em nossa viagem através da vida.

Até que uma transformação ainda mais profunda ocorra em nossa consciência, e aí, não estejamos mais identificados com esse eu que conhecemos e com os seus ciclos. Mas isso já é uma outra história...

Sonia Weil é é professora de Comunicação Social e pesquisadora na área de Numerologia, onde atua com consultas, cursos e palestras desde 1986.
Realiza também palestras e workshops sobre a Lei da Atração (do filme O Segredo) em empresas e institutos esotéricos.
Para ler outros artigos e saber mais sobre os atendimentos e cursos, visite seu site
Se quiser agendar uma consulta, entre em contato.
Email: soniaweil@uol.com.br


.
Sim Não   votar 
imprimir enviar outros artigos
© Copyright - Todos os direitos reservados. Proibida a reprodução dos textos aqui contidos sem a prévia autorização dos autores.
pblicidade
Redes Sociais ? Compartilhe Acompanhe nossa comunidade no Orkut STUM no Twitter
        spacer
QUEM SOMOS ARTIGOS MAPA ASTRAL CLUBE STUM  
CADASTRE-SE ORÁCULOS NUMEROLOGIA MAPA STUM  
ANUNCIE BLOG BARALHO CIGANO LOJA  
ARQUIVO HORÓSCOPO VIDAS PASSADAS WIDGETS  
AJUDA STUM WORLD MEDITAÇÃO EVENTOS  
spacer