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:: Wagner Borges :: (E Rindo com os Espíritos, Por Aí...) Chove nas ruas de minha cidade. Chuva forte, que lava mais do que o chão. E eu danço na noite... E é dança forte, como a chuva. Danço pensando na luz. Olho a chuva e penso no amor. E meus pés ganham asas... Já não sou mais um menino. Mas, o meu coração é criança. Olho além da noite, e vejo a luz. E minha dança me leva além das ruas... E eu vejo outros, também dançando na chuva. Eles deslizam, por entre os planos da vida. E me pedem para falar da dança deles. E eu esfrego os meus olhos, enquanto a chuva cai... Eles riem e atravessam os carros e a chuva. E me dizem que sua dança exonera das dores. Eu danço com eles, mas ninguém vê. Varo a noite rodopiando com os espíritos. Só a chuva é nossa testemunha. E como eles dançam! E que alegria! Rindo, eles me falam das estrelas. E que a morte não mata ninguém. Ah, eles estão mais vivos do que nunca. Vieram com a chuva, para lavar meu espírito. Rindo, junto com eles, eu agradeço a chuva. Então, eles seguem dançando no meio da noite... Para partir as correntes de outros espíritos. E eu danço de volta para o meu corpo. A chuva que cai é nossa testemunha. E a dança da vida continua, aqui e além... P.S.: Enquanto a chuva cai lá fora, os espíritos dançam. E eu fico aqui, pensando no amor e na luz. Pois eu sei que tem muita gente dançando nas pistas do infinito... Enquanto correntes se quebram invisivelmente nas ruas da Terra. Sim, e a chuva lava e leva antigos males, na dança da natureza. Chove, chuva... Segue lavando a noite dos homens tristes e sem fé! Eu sei que, acima das nuvens escuras, brilham as estrelas. E, além, os espíritos dançam, vivem, riem, amam, e seguem... Paz e Luz. - Wagner Borges – sujeito sem jeito, que, na Terra, não dança nada; mas que, no Astral, dança como nunca, junto com um grupo de espíritos cheios de alegria, música e amor, sempre em nome da Luz. São Paulo, 25 de março de 2009. - Nota: Não tenho como provar as coisas do espírito para outros. Apenas escrevo e compartilho o que O Grande Arquiteto Do Universo me deixa ver no imenso concerto da vida universal. E só isso já me deixa muito contente. Não tenho verdades absolutas nem sei explicar mistérios universais. Mas, o pouco do infinito que já percebo em meu coração, me deixa cheio daquela alegria e amor que não se explica, só se sente... Sim, não posso provar nada; mas, que tem vida além da morte, ah, tem sim! E os espíritos dançam, sim, pois estão bem vivos. E que legal poder escrever sobre isso, e dançar junto, pelas pistas do Eterno, e por aquelas outras, que estão dentro do próprio coração espiritual. Como diz o Pai Joaquim de Aruanda, sábio mentor extrafísico das lides da Umbanda, cada um de nós é como uma gotinha; os mentores espirituais são copos de água; os grandes mestres são galões cheios de água; e o Papai do Céu é o oceano de todos. Concluo esses escritos com duas palavras fortes, cheias de valor: NA FÉ! NA LUZ! ALGUNS TOQUES SOBRE FIRMEZA, AMOR E HONRA NA JORNADA (Postado Originalmente na Lista Interna do Grupo de Estudos e Assistência Espiritual do IPPB) Pessoal, os escritos abaixo são muito importantes para reflexão consciencial. E eu me sinto honrado pelos amparadores extrafísicos me passarem esses ensinamentos tão caros ao coração espiritual. As orientações deles vieram no silêncio da meditação, de coração a coração. Essas palavras de luz chegaram de mansinho, como toques serenos do Alto. E os seus apontamentos são úteis para todos, incluindo a mim mesmo, naturalmente. Quando sou intermediário de algo assim, sou o primeiro a ver e aprender. Não tenho nenhuma pretensão de doutrinar ninguém; nem tenho saco para isso. E, lembrem-se: não sou mestre de coisa alguma. Mal dou conta de mim mesmo. No entanto, capto ensinamentos dignos da Luz e tenho a honra de repassá-los. Os motivos disso, só a Luz é que sabe; os meus motivos, só eu é que sei. E, com gratidão e lágrimas cristalinas, eu apenas entrego ao mundo o que desce aqui. E, se alguém melhora com isso, o mérito é do Alto, sempre. Eu sou só servidor... E isso já basta para iluminar e honrar minha jornada, na Terra e além... E, por isso, já sofri, desde sabotagens e traições, até ofensas e ataques gratuitos. Felizmente, tirei lições disso e sempre escorei-me na Luz; assim, fiquei na senda... Vi muitos renegarem a Luz, e até alguns que se voltaram para as trevas e o mal. Em lugar de lamentar-me por eles, resolvi trabalhar mais, para não cair também. E, graças a Deus, mesmo com meus defeitos, e sob pressão, jamais reneguei a Luz. E hoje, ao receber e ler esses escritos luminosos, mais uma vez, digo a vocês: FOCO NA LUZ! E HONRA NA SENDA! Um abraço a todos. São Paulo, 23 de março de 2009.
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