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:: Vinicius Santos Rocha :: QUEM SOU EU? Convido a todos que lêem esta mensagem a pararem suas atividades por um instante para uma breve reflexão e avaliação sobre o que somos ou pensamos ser neste Universo, galáxia, sistema solar, planeta, continente, pais, estado, cidade, município, bairro, rua, casa, cômodo, local, corpo e finalmente o âmago de nosso mais puro e verdadeiro Ser. Nosso Espirito. Como podemos perceber, somos apenas um átomo, uma pequena partícula, que se nos aprofundarmos nela, veremos que as palavras apenas e pequena deixam de fazer sentido. Há tempos perdemos a referência de o que somos e de que maneira devemos realmente viver. Este dilema nos torna seres insatisfeitos e infelizes por maior que seja o sucesso profissional, social e pessoal. Que tipo de felicidade realmente buscamos? Que tipo de satisfação procuramos? Qual foi o ponto em que nos perdemos? Por que tantas dores, tantos sofrimentos, tantas guerras e tanta falta de união? Onde esta o AMOR e a verdadeira razão de viver? Sei que são muitas perguntas, das quais são muito difíceis de responder. Mas, creio que podemos tentar responde-las através de uma troca de experiências e pontos de vista diferentes deste Universo maravilhoso e de infinitas possibilidades e oportunidades, as quais desfrutamos apenas uma minúscula parte. Temos então que compreender que para realizarmos a troca, primeiro devemos considerar a existência das diferenças, e que por sua vez, sem as mesmas não existem as trocas, pois o que é igual não se troca. Sem a troca também não existe o movimento, e sem o movimento, não há a evolução. E por que será que esta humanidade não esta evoluindo? É claro que muitos poderão dizer que tecnologicamente o homem atingiu um estado evolutivo relativamente avançado. Mas espiritualmente, moralmente e socialmente, não podemos dizer o mesmo. Se isso fosse verdade, a tecnologia não seria direcionada para fins bélicos, o respeito pela vida em todos os sentidos, seja ela mineral, vegetal, animal e humana, aconteceria de forma natural e não haveria ricos nem pobres e sim uma igualdade fraternal. Ouso dar um palpite de que um dos motivos da atual situação da humanidade é a falta do auto-respeito pela própria diferença e a falta de respeito pela diferença do próximo. Desta forma, a troca das diferenças não se efetua, o movimento não surge e consequentemente não evoluímos. E como diz o ditado popular, Água parada da dengue, e a dengue são as guerras, as doenças, a miséria, a riqueza desequilibrada e o desrespeito para com todas as formas de vida. Isto caracteriza a perda da referencia do que somos, dificultando o encontro com nossa satisfação pessoal, social e nossa real função dentro desta vida. Existe uma maneira de analisarmos de que forma gradualmente fomos perdendo a referencia de nossa essência, começando pelo nosso nascimento. Trata-se de uma regressão e analise consciente de nossas vidas para o reencontro com nossa essência, e, dentro do livre arbítrio de cada um, realizar a auto-recolocação de nossas verdades originais dentro da sociedade de forma natural. Por enquanto vamos refletir sobre os pontos colocados, e na próxima semana, mergulharemos em nossas vidas. Que a Luz do PAI / MÃE UNIVERSAL banhe nossos corações.
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