Tarô Terapêutico
Autor: Flávia Esper de Andrade - flaviaesper@gmail.com

O Tarô Terapêutico possibilita ao cliente entender melhor o que acontece com ele. Ajuda a trazer à luz conteúdos inconscientes, clareando o que está impedindo ou facilitando os acontecimentos. Ao clarear o que estava oculto no inconsciente, ajuda no autoconhecimento, na tomada de decisões mais assertivas e na escolha de como proceder diante de determinado assunto. É uma ótima ferramenta para aqueles que querem compreender melhor o momento pelo qual estão passando ou estão em dúvida sobre determinado assunto. Também ajuda a entender por que certos padrões se repetem na nossa vida ou o que está nos impedindo de alcançar o que desejamos. A leitura terapêutica do Tarô auxilia no autoconhecimento e na ressignificação dos conteúdos, ajudando a observar as questões sob outro ângulo e a encontrar formas novas de lidar com elas.

O que é?

O Tarô é uma ferramenta de autoconhecimento cuja origem não é exatamente conhecida. Há várias teorias sobre seu surgimento. Na Europa, era um jogo de cartas e também um jogo divinatório. Atualmente, cresce cada vez mais o uso terapêutico do Tarô.

Composto por 78 arcanos (mistérios ou segredos), o baralho  é  dividido  em  22  Arcanos  Maiores  e  56 Arcanos Menores. Cada arcano traz conteúdos que todos nós experienciamos durante a vida. Os arcanos maiores retratam a jornada de vida do ser humano de forma ampla. Já os arcanos menores, divididos em quatro naipes, se referem a áreas mais específicas da existência.

Como funciona?

O funcionamento do Tarô Terapêutico se apóia nos conceitos de arquétipo, inconsciente coletivo e sincronicidade, explicados por Carl Gustav Jung. Após estudar vários sistemas simbólico, Jung percebeu que há certas imagens que se repetem, com diferentes roupagens, nas mais diversas culturas. Por exemplo, há a figura do herói ou da grande mãe, que podem ser representadas de forma diversa, mas sempre aparecem nas sociedades.

Essas “imagens primordiais” foram chamadas de arquétipos. Ao perceber que todas as culturas que estudou apresentavam esses arquétipos, mesmo que nunca houvessem tido contato umas com as outras, Jung criou a ideia de que existe um inconsciente coletivo, uma inconsciente de toda humanidade, repositório de arquétipos e experiências arquetípicas comum aos seres humanos.

Também reparou que muito do que se chamava de coincidências, na verdade, trazia conteúdos significativos para os envolvidos. Estudando mais a fundo, percebeu que há eventos que não se ligam por causa e efeito, mas por afinidade de significados. Um exemplo famoso dado pelo próprio Jung é o de uma paciente que havia sonhado com um escaravelho dourado e, enquanto lhe contava o sonho, um inseto semelhante bateu insistentemente no vidro da janela do consultório, espécie de inseto que não costumava entrar em locais escuros àquela hora do dia e que nunca aparecera ou voltou a aparecer ali.

Qualquer pessoa já passou por coincidências como pensar em alguém e receber um telefonema dessa pessoa ou sonhar com um amigo de infância e reencontrá-lo na rua. Para Jung, não se tratam de coincidências, mas de eventos guiados pelas leis da sincronicidade. Como todos temos uma ligação inconsciente significativa, através do inconsciente coletivo, eventos que tenham significados semelhantes para uma pessoa podem se “atrair”. Esse seria um dos princípios dos oráculos.

No caso do Tarô Terapêutico, os conteúdos inconscientes do cliente “atraem” as cartas que expressam e ajudam a clarear os significados do que ele está vivendo. Assim, ajudam a observar fora o que está dentro, além de apresentar caminhos arquetípicos possíveis para a solução das questões.

O Tarô é, na verdade, um grande contador da história do homem na Terra. E, assim como as histórias, ao retratar as questões pelas quais todos nós passamos e também os possíveis desenrolares de cada etapa, ajuda o cliente a se estruturar e a enxergar saídas para seus impasses.

Além disso, todos os arquétipos, assim como modo como as cartas aparecem dispostas e relacionadas ajudam também a ver de que forma o cliente está vivendo os arquétipos: de uma forma positiva, que o liberta, ou destrutiva, que o aprisiona.

Por exemplo, o Louco tanto pode representar alguém que se lança numa nova empreitada com total intuição e confiança na vida quanto alguém que tem atitudes irresponsáveis e impulsivas. Se está passando por um momento em que sai essa carta, pode escolher com que polaridade quer vivenciá-la e, assim, experimentar a energia da carta e do momento de uma forma mais nítida e positiva.
 
Saiba mais em https://www.youtube.com/watch?time_continue=5&v=9PWDWrR5flc

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Valor: Consulte
Flávia Esper é professora, terapeuta integrativa, taróloga, professora de Fogo Sagrado, escritora e contadora de histórias. Criou um método próprio de Tarô Terapêutico, unindo a formação que fez em diferentes áreas da terapia holística e da psicologia. Facilita, também, Grupos de apoio terapêutico para professores.
E-mail: flaviaesper@gmail.com
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