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Deus não é Ele  
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Deus não é Ele

por Mauro Kwitko


A maioria das Religiões costuma chamar Deus de "Ele" e, com isso, esse Grande Enigma sempre foi e continua sendo entendido como Algo externo a nós, Alguém a descobrir, a decifrar, a ser entendido e, falando por mim, passado todo esse tempo em que venho tentando, reconheço que essa conquista continua como no seu início, sem nenhum avanço, a não ser ter ideias incríveis e imaginar concepções e teorias brilhantes.
Enquanto isso, esse Eterno Enigma, em todo o Seu esplendor, continua enigmático, impassível, indevassável, indefinível, e, pelo menos para mim, incomunicável. Ao mesmo tempo, como as Religiões também dizem que "Ele" está dentro de nós, após não conseguir encontrá-Lo fora, parti para o meu interior em Sua busca, e devo confessar que também não alcancei o sucesso esperado, e nem conheço pessoalmente alguém que alcançou. Como algumas Religiões chamam a esse "Ele" de Todo, de Tudo, de Um, e ensinam que nós somos parte d'Isso e, mais do que uma parte, somos o Próprio, resolvi buscá-Lo no que imagino seja o Todo, mas como o Todo é muito grande, me senti muito pequeno e insignificante e, não sabendo como fazer, acabei por desistir e me conformar em sentir-me uma parte, pois isso eu consigo mas sentir-me o Próprio, provavelmente por falta de fé ou de capacidade, ou ambos, não consigo.

Então, fiquei pensando, quem sabe o problema é chamá-Lo de "Ele"? Vamos raciocinar juntos, comecemos assim: as Religiões podem ser classificadas em dois grupos: as que acreditam na Reencarnação e as que não acreditam. Isso, na verdade, não tem nenhuma importância, pois Deus, seja Quem for ou Como for, sempre disse para os criadores das Religiões, pelo menos nos disseram que Deus falou com eles, que somos todos Seus filhos, somos todos iguais, que devemos nos amar, nos respeitar, que não devemos brigar, e, muito menos, nos matarmos uns aos outros em Seu Nome. Essa é a Mensagem que os criadores das Religiões sempre nos passaram e, para eles, sem nenhuma dúvida, era uma Mensagem Divina. E como essa é uma boa mensagem, de paz, de harmonia, de fraternidade, de convivência pacífica, de aprendermos a lidar com as diferenças sem nos considerarmos os donos da Verdade, sem nos acharmos superiores aos que pensam diferente, e sem, principalmente, nos matarmos uns aos outros, para mim está bem. Se esses homens receberam mesmo uma Revelação Divina ou não, isso não tem importância, o que importa é o teor da Mensagem.

Seres de alto gabarito como Moisés, Jesus, Maomé, Krishna, e vários outros menos conhecidos, ou desconhecidos para nós, afirmaram isso e eu acho ótimo, que bom que os criadores das mais importantes Religiões divulgaram essa Mensagem de que somos irmãos, somos iguais, filhos de um mesmo Deus. Mas confrontando essa bela Mensagem com a realidade, me aflorou um certo questionamento: como os seus seguidores vêm agindo em relação a isso? Vêm cumprindo o que os seus Mestres ensinam, vêm obedecendo aos Profetas, vêm colocando o amor, a solidariedade, a irmandade entre todos nós acima de certas divergências doutrinárias? Ou, ao contrário, essas divergências vêm sendo colocadas acima de tudo?

E uma das maiores divergências doutrinárias, que mais polêmica traz, mais conflitos produz, mais punhos cerrados e ranger de dentes provoca, diz respeito à pouquíssima importância da veracidade ou não da Reencarnação, ao que acontece conosco após a morte, se retornamos para habitar um novo corpo ou não, ou em outra espécie animal, ou se aguardamos o Dia do Juízo Final para ressuscitarmos e recebermos o Veredito. Esses mistérios que cada Religião, cada povo, cada Mestre Espiritual, cada Profeta, acredita através de sua própria interpretação, obediência ou submissão, tem servido mais para nos afastarmos do que para nos aproximarmos, mais para brigarmos do que para vivermos em paz.

E então me questiono, consciente de meu infinitesimal tamanho e importância perante Deus, que no mínimo é todo o Universo e, portanto, quinquilhões de vezes maior do que eu, ou quinquilhões de vezes maior do que esses quinquilhões de vezes, isso é tão relevante assim? Se reencarnamos ou não, se voltamos humanos ou animais, se aguardaremos o Juízo Final, isso é tão importante que justifique a morte de homens, que são pais, que são filhos, de mulheres, que são mães, que são filhas, de crianças, de velhos, concomitantemente à morte de animais, destruição da natureza, poluição do meio ambiente, e tantas outras consequências?

E estudando a origem do Panteísmo, do Politeísmo, do Monoteísmo e das Religiões baseadas nesses conceitos, nas Mensagens desses seres especiais que as criaram, lendo os seus Livros Sagrados, em nenhum lugar encontrei uma disparidade tão gritante entre esses conceitos que ocasionasse tantas divergências e consequências. Pelo contrário, a não ser que eu seja uma pessoa mais ignorante do que acredito, mais superficial do que imagino, ou esteja cego e não saiba, para mim, pelo que pude entender, tanto o Panteísmo (das Religiões..............), o Politeísmo (das Religiões.....................) e o Monoteísmo (das Religiões.....................) afirmam a mesma coisa, que o que chamamos de Deus, God, Oxalá, YHVE, ........................................, é Único, é um Só, é Onipotente, Onipresente, Onisciente, Todo Poderoso, Eterno, é Amoroso, Compreensivo, Pacífico, criou todos os seres humanos ou não-humanos, todos nós somos Seus filhos, e só o que deseja, só o que nos pede é que O obedeçamos, que O reverenciemos e que retornemos para Ele.

Fiquei bastante entusiasmado com isso, e acredito que entusiasme a todos, pois ser filho de um "Pai" assim é o sonho de todos nós. Um "Pai" que tem toda a potência, nada nem ninguém é mais forte do que "Ele", está presente em todos os lugares, e, portanto, pode nos cuidar e proteger ininterruptamente, é ciente de tudo, passado, presente e futuro, e então sabe e pode nos alertar se estamos indo pelo caminho certo ou pelo caminho errado, e, além de tudo isso, é bom, amoroso, compreensivo, pacífico, deseja apenas nos orientar para o bem, para a paz, para uma convivência saudável e produtiva, é claro que eu quero voltar para "Ele", eu não sou nada disso, aliás não conheço ninguém que seja, então, sem dúvida, quero obedecê-Lo, reverenciá-Lo e retornar para todas essas Qualidades e Virtudes que, como entendi nos Livros Sagrados, eu já tive lá na Origem e, depois, não sei bem por quê, perdi.

Acredito que esse desejo e decisão é o que move toda pessoa quando resolve seguir uma certa religião, uma certa Doutrina, é aprender regras e normas que sirvam para o seu crescimento pessoal, seguir ditames e procedimentos que levem para uma elevação de seu grau espiritual, obedecer e submeter-se às determinações do Mestre ou Profeta que recebeu aquela Revelação (e a Missão de transmiti-la para o maior número possível de pessoas, para despertá-las e salvá-las), e, finalmente, assim que possível, entregar a sua vontade e eventuais rebeldias e questionamentos para quem, dentro daquela Religião, sabe mais do que ele, para quem já está naquele caminho há mais tempo, para quem ocupa um lugar hierarquicamente superior ao seu, os intermediários entre ele e o Criador da Religião, e daí, diretamente com Deus.

Se não for assim, o melhor é nem aderir a uma Religião e tentar salvar-se sozinho, ou, movido por um surto megalomaníaco de vaidade e prepotência, acreditar-se um Ser especial e criar a sua própria Religião. O que não pode, penso eu, diretamente desse minúsculo cérebro, nesse microscópico corpo, é falar uma coisa e fazer outra, falar em paz, em amor, em fraternidade, e não praticar isso, e, claro, isso aplica-se tanto aos novatos como aos mais antigos na Religião, estejam na base da pirâmide hierárquica, estejam no meio dela ou bem lá no alto.

O Panteísmo, das Religiões............................., acredita que Deus é a Natureza, é absolutamente tudo que existe, seja humano, animal, vegetal, mineral, enfim, tudo. O Ateísmo não é uma Religião, é uma Filosofia, e lida com esse Todo considerando-o uma Energia Universal, uma Substância Transcendente, na qual estamos imersos e, mais do que isso, somos, não em um sentido religioso e, sim, digamos, natural, físico, científico, não reverente, algo como "cada um é dono do seu nariz e faz o que quiser, depois vê o que isso vai dar".

Será que o problema é, então, chamar Deus de "Ele"? Todas as Religiões, e a Filosofia ateísta, afirmando que Deus (ou Todo, Tudo, Um, Energia Universal, Eterno, Inteligência Suprema, Causa Primária, etc.) é Único, é Um só, o que originou uma cisão de uma mesma crença, criando e dividindo as Religiões em "panteístas", "politeístas" e "monoteístas" e a necessidade de surgir uma Filosofia não-religiosa, o "ateísmo"? Creio, sentindo-me ainda menor do que possivelmente sou, que foi apenas uma questão de má interpretação. A crença "monoteísta", originária da Religião judaica, depois a romano-cristã, de um Deus único, interpretou mal o que significa esse "único", não admitindo que Deus pode ser único mas manifestado de várias maneiras ("politeísmo"), pode ser único e estar em tudo e em todos ("panteísmo"), mas, para ser Único tem de ser único apenas em Si mesmo e que necessita, para o seu entendimento, ser uma Religião, e, categoricamente, não pode ser uma Filosofia ("ateísmo"). Mas sendo único em Si, é um "Ele", e como esse conceito foi criado em uma época em que os homens dominavam e as mulheres eram consideradas inferiores, não poderia ser chamado de "Mãe", foi chamado, então, de "Pai", para Moisés, até um pai bem ruizinho, bem malvadinho, para Jesus, um pai perfeito, um pai maravilhoso. Mas, mesmo com a advertência de Jesus de que o "Pai" estava dentro de nós, sendo chamado de "Ele", isso é o que predominou em nosso imaginário, e então até hoje nos sentimos assim: nós e "Ele"; nós aqui, "Ele" lá; nós, mendigos, "Ele", o Rei dos Reis, e, durante muito tempo, e ainda, para algumas pessoas, um "Pai" mentalizado à sua imagem e semelhança. Com isso, o nosso sentimento de inferioridade em relação a "Ele", que sempre foi enorme, vem aumentando cada vez mais, "Ele" está cada vez mais longe, e todos ansiamos, ardentemente, encontrá-Lo, mas onde? E quem somos nós para sequer beijar os Seus pés? E contentamo-nos com deuses menores, mas mais acessíveis, no futebol, na música, no cinema, nas novelas, nas passarelas, esses são mais parecidos conosco e estão mais perto, embora geralmente morem em coberturas ou em mansões cercadas de altos muros, nos abanem discretamente de dentro de seus automóveis e nos sorriam com ar distante e entediado.

Segundo o "Politeísmo", sendo o Deus único manifestado das mais variadas maneiras, continua sendo único mas não está longe, em algum lugar desconhecido, inacessível, pelo contrário, está pertinho, ao alcance da mão, está em mim, está em ti, em todos nós, em toda a criação, é realmente onipresente, e sendo onipresente não pode estar ausente de nenhuma pessoa, de nenhum animal, de nenhum vegetal, de nenhum mineral, de nenhuma manifestação, seja de que natureza for, visível ou invisível. Então, "politeísmo" não é, como dizem, a crença em vários deuses, é a crença em um Deus único, Imanifestado ou em todas as Suas manifestações, e essa maneira de tentar interpretar Deus pode ser superior, mais correta do que o "monoteísmo", que prega a crença em um Deus único mas que, embora diga que "Ele" é onipresente, não está em Suas manifestações, está sabe-se lá onde está, mas não por aqui.

O "monoteísmo", então, afastaria Deus de nós, O colocaria longe, já o "politeísmo" O aproximaria, mas não só nós, tudo e todos. Raciocinando dessa maneira, o "politeísmo" pareceria superior ao "monoteísmo", e os povos "selvagens" estariam certos, e os judeus, os cristãos, estariam errados, mas não é assim, isso decorre de outra má-interpretação, dessa vez em relação ao próprio "monoteísmo", uma contradição quanto ao caráter onipresente, que se atribui a Deus mas, ao mesmo tempo, se o retira. Pois se o "monoteísmo" afirma que Deus é único e onipresente, então "Ele" está no homem, nos animais, nos vegetais, nos minerais, em todas as manifestações da natureza, mas isso é o que os "selvagens" diziam e eles estavam errados, então eles não estavam errados, estavam certos, diziam a mesma coisa, em seu "politeísmo", o que afirma o "monoteísmo", e então como fica isso?

A conclusão que se tira é que a má interpretação do "panteísmo", do "politeísmo" e do "monoteísmo", fez com que a mesma crença se transformasse, aparentemente, em crenças opostas, quando é tudo a mesma coisa, essas crenças consideradas diferentes, são iguais. O que os povos antigos diziam, o que os "selvagens" diziam, o que os judeus dizem, o que os árabes dizem, o que os cristãos dizem, o que os orientais dizem, é a mesma coisa, Deus é Um, onipresente, e sendo onipresente está presente em tudo, está presente em todos, então todos estão certos, o único engano foi dividir a mesma coisa em três coisas, sendo as três, a mesma coisa.

A má interpretação do "monoteísmo" teve, e continua tendo, como consequência, uma maneira equivocada de enxergar a Deus, pois esquecendo o seu caráter onipresente, Deus foi colocado em lugar ignorado, distante, fora de nós, e até hoje as pessoas O procuram e não encontram, pois estão procurando onde não está, estão procurando um "Ele", mas Deus não é um "Ele", sou eu, é você, são os animais, os vegetais, os minerais, a terra, a água, o ar, o fogo, o vento, o que é visível, o que é invisível, Deus é todas as raças, todos os povos, todas as manifestações da natureza, todos os fenômenos, é absolutamente socializante, inacreditavelmente agregador, é impossível que algo não seja Deus, do mais perfeito ao mais imperfeito, Deus é tudo que é orgânico, tudo que é inorgânico, está em todos os lugares, em todo o planeta, em todos os planetas, em todas as estrelas, em todas as galáxias, todo o Universo, o que é visível, o que é invisível, pois se é onipresente, é onipresente, ou é ou não é, e é.

Então, incrivelmente, os "selvagens" não necessitavam ser salvos, ser catequizados, ser convertidos, eles eram "monoteístas", acreditavam que Deus era Um e estava em tudo, e os brancos eram "politeístas", sem saber que o eram, e ainda não sabem disso, pois afirmam que Deus é onipresente mas, ao mesmo tempo, pensam que está sabe-se lá onde, e, pior, dizem que é um "Ele", e estão sempre à procura d'"Ele", sem perceber que cada homem é Deus em forma humana, cada animal é Deus em forma animal, cada vegetal é Deus em forma vegetal, cada mineral é Deus em forma mineral, que a terra é Deus em forma terrena, a água é Deus em forma líquida, o ar é Deus em forma aérea, o fogo é Deus em forma de chama, um Papa é Deus em forma de Papa, uma minhoca é Deus em forma de minhoca, um cabelo é Deus em forma de cabelo, uma unha é Deus em forma de unha.

Mas por que toda essa confusão, essa divisão da mesma concepção em três concepções similares, ambas mal interpretadas? É que, talvez, essa socialização de Deus não interessava, e não interesse, a pessoas ou instituições que ansiavam, e anseiem, ser os preferidos, os eleitos, os intermediários entre nós e "Ele", e se "Ele" estiver por aqui, não necessita de intermediários, se "Ele" estiver em tudo e em todos ninguém é preferido, ninguém foi eleito seu representante, e isso seria a sociabilização de Deus e poderia significar, a seu tempo, na não mais necessidade de igrejas, de templos, de religiões, de cultos, de rituais, de locais especiais para buscar e encontrar a Deus, isso poderia ser feito em um jardim, em uma floresta, em uma praia, em uma montanha, na verdade, literalmente, em qualquer lugar, até no trânsito, em um engarrafamento, em uma rua movimentada, em um Shopping Center, na sala de um apartamento, até no banheiro. Pois se Deus é onipresente não é um "Ele", é uma flor, uma árvore, a areia da praia, as ondas do mar, as rochas de uma montanha, o banco do meu automóvel, as pedras da calçada, o asfalto, o sofá da minha sala e até a privada do meu banheiro. Ou é onipresente ou não é, todas as religiões, pan, poli ou monoteístas, dizem que é, então tudo leva a crer que é, o que Deus não pode ser é um "Ele", pois se é "Ele" não sou eu, mas se é onipresente, então eu também sou Deus, manifestado como eu, e você é Deus, manifestado como você, e todos os membros de sua família (mesmo os que não gosta), os seus vizinhos (até os que você não gosta), os políticos (mesmo os de outros partidos, inclusive os corruptos), as pessoas de todos os estados do Brasil, as pessoas de todos os países, são Deus manifestando-se assim, e aí chegamos a um ponto interessante: as manifestações personais de Deus costumam brigar entre si, e muitas vezes, nessas brigas, acabam por matar-se. Incrível, pedacinhos de Deus brigando entre si e, muitas vezes, matando-se! E as manifestações personais de Deus americanas costumam invadir os países habitados por manifestações personais de Deus de outros países, as manifestações personais de Deus judaicas e as manifestações personais de Deus árabes brigam há milhares de anos entre si, algumas manifestações personais de Deus brancas não gostam das manifestações personais de Deus negras, algumas centenas de manifestações personais de Deus querem ser milionárias e condenam milhões de manifestações personais de Deus a serem pobres e miseráveis, e assim por diante.

Qual a solução para isso? O tempo? Provavelmente. Mas poderíamos abreviar esse tempo se parássemos de chamar Deus de "Ele" e começássemos a nos sentir pan-monopoliateístas, que é tudo a mesma coisa, e quem acredita que Deus, em um sentido religioso ou não-religioso, reverente ou científico, transcendente ou natural, é Único, é Um só, é um Todo, é Onipresente, começássemos a enxergar Deus em tudo e em todos, começássemos a respeitar as manifestações animais de Deus, parando de comê-los, a terra, parando de destruí-la, as matas, parando de queimá-las, as árvores, parando de derrubá-las, as águas, parando de poluí-las, o ar, parando de envenená-lo, as outras pessoas, parando de discriminá-las, os habitantes de outros países, parando de invadi-los, os adeptos de outras religiões, parando de rotulá-los, os praticantes de outros tipos de sexualidade, parando de segregá-los, enfim, todos nós, afirmando-nos religiosos ou não, reverentes ou científicos, amando-nos, respeitando-nos, colaborando uns com os outros, dando as mãos, trabalhando juntos, acabando com a miséria, com a fome, com as injustiças, com o racismo, com a ganância, com as guerras.

Como isso vai levar alguns séculos para acontecer, tenho, por enquanto, finalmente, uma boa notícia: eu e você somos Deus, vamos viver em paz?
Texto Revisado

Publicado em 08/08/2017



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Autor: Mauro Kwitko   
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