Artigo de Daniele Alvim: Morte, apenas um Renascimento - | Artigos do Clube
 
 
   

Morte, apenas um Renascimento

Autor Daniele Alvim - danielealvim@hotmail.com


Neste último mês, o assunto “morte” tem ocupado especial espaço em minha vida, principalmente porque passei por uma incrível experiência iniciática em que pude escolher entre passar para um plano mais sutil de consciência ou permanecer encarnada neste plano em que a morte ilusoriamente nos é apresentada como se fosse concreta no sentido do desaparecimento dos que vão e sofrimento dos que ficam.

Preliminarmente, não posso deixar de citar como pano de fundo deste artigo o acidente do avião da TAM, assim como o artigo “Após a morte a acolhida no plano espiritual” da terapeuta e sensitiva Maria Silvia Orlovas, que me ajudaram a entender mais claramente o processo pelo que passei, e que quero compartilhar com vocês.

Acredito que minha experiência tivera início quando escolhi o frasco no 102 da Aura-Soma, do Arcanjo Samael, aproximadamente 6 meses atrás. Estava escrevendo sobre Arcanjos e decidi que iria trabalhar com um deles. Então juntei todos os frascos dos Arcanjos (94 a 105) e fui pegando um por um de olhos fechados e aproximando-os de meu campo áurico, na altura do coração; por fim, pela ressonância, restou o 102.

No início não quis acreditar, pois olhando a combinação de suas cores, um verde oliva escuro combinado com magenta escuro, jamais me sentiria atraída por ele, e, mais ainda, pelo contexto em que este frasco “nasceu”, isto é, o dia 11/09/2001, o da queda das Torres do World Trade Center. Mas a dúvida se eu deveria usá-lo ou não logo se dissipou quando um estrondoso trovão se fez escutar no mesmo momento em que me perguntei se deveria ou não usar o frasco 102; a vibração foi tão forte que fez disparar meu coração.

No mês de junho passado, quando viajei para a Suíça para um Congresso de Aura-Soma, a experiência com Samael se concretizou quando, inserida em uma profunda experiência espiritual pelo despertar da Kundalini, me vi sendo enterrada por familiares e amigos pela “morte” em um acidente de avião. A realidade da experiência se confirmou quando, nos últimos dias de minha estada no hotel onde foi realizado o Congresso, moscas varejeiras me rodearam e o tempo todo eu sentia um inebriante perfume de flores ao meu redor. Enfim, sim, eu havia morrido!

Confesso que fiquei assustada, não queria deixar o plano físico, queria ver meu marido e minhas filhas, ainda não havia completado minha estada neste plano de consciência, ainda não era chegada a minha hora. Assim eu quis que fosse. E voltei.
Agora no Brasil e ainda relembrando a experiência que talvez por sua grande complexidade tenha inicialmente me deixado um certo trauma, fiquei relembrando a experiência e tentando entendê-la.

A queda do avião da Tam, com todo respeito que tenho em relação à “tragédia”, não me chocou, eu já sabia de certa forma que esse acidente ia ocorrer, eu esperava apenas o seu anúncio; não me interessou sequer olhar os jornais. Por fim, me desidentifiquei da morte! Renasci. A morte, me foi confirmado, é só uma passagem.

O artigo de Maria Silvia me foi de enorme esclarecimento; minha intuição me dizia que aquelas pessoas que estavam no avião não haviam presenciado a sua morte trágica, caso contrário, tudo o que havia passado não teria sentido. Assim como eu não iria presenciá-la, mesmo que me tenha sido anunciada e mostrada.

Por fim (e que bom!), o que ficou do contato com o Anjo Divino da Morte, Samael, foi um profundo sentimento de renascimento, torres internas erigidas desde a infância foram destruídas; sinto-me, como na gíria, zerada. .. Tudo ficou para trás, e minha nova consciência me diz: Viva a vida! A vida é bela! As polaridades servem para nos mostrar que por detrás de todo esse Jogo da Existência o que vemos é a Presença Divina brincando e nos mostrando que a despeito de nossas ilusões de morte e aniquilamento, de sofrimento e de dor, o que há é apenas o colo de Deus a nos ninar e a realizar nossos desejos conforme quisermos.
Que a cada dia possamos nos lembrar desse Amor!

Não quis ir, fiquei. Agora com a certeza de que a morte é apenas uma agradável passagem, posso ir, mas depois dos 80!

Beijos,
Amor e Luz!

Texto revisado por: Cris


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Autor: Daniele Alvim   
Daniele Alvim é Escritora, Terapeuta e Professora de Aura-Soma
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E-mail: danielealvim@hotmail.com
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Publicado em 26/07/2007
 

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