Liberte-se da amargura  
   

Liberte-se da amargura

Autor Adriana Garibaldi - adrianagaribaldi@hotmail.com


A amargura é veneno da alma que aniquila os frutos mais doces do coração, representando uma doença dos sentimentos que prejudica a coleta de valores verdadeiros.
A dor da rejeição ou do abandono pode nos ocasionar profunda aflição, convocando-nos a uma difícil tarefa de libertação e limpeza dos registos do passado, ação que às vezes somos incapazes de pormos em prática facilmente.

Somos conscientes da necessidade de atingirmos um permanente estado de estabilidade interna, observando o doloroso resultado que os estados perturbadores exercem em nossas vidas, empenhamo-nos em harmonizar nossas emoções e somos capazes de conceber essas experiências emocionais como um valioso aprendizado.

Em função de já termos adquirido algum entendimento a respeito das energias e de como elas podem nos afetar, mostra-se claro para nos a necessidade de mantermos o campo dos sentimentos e pensamentos num patamar de constante paz.
Está provado que a mágoa propicia o aparecimento de doenças de natureza muito danosa e é indispensável combater essas sementes indesejadas antes que tais venenos proliferem nas nossas mentes e corpos.
Não é tão simples, contudo, alcançarmos esse estado de compreensão de nós mesmos, sem antes fazer uma reflexão a respeito daquilo que tem o poder de nos desequilibrar. Precisamos orquestrar formas defensivas de combatê-las no início ou nascedouro da emoção.

Existe em nós pontos escuros que nos remetem a experiências de sofrimento ou abuso emocional sofrido no passado e certos comportamentos das pessoas funcionam como o estopim que dá origem a uma série de explosões emocionais, em função da reminiscência a que esses comportamentos nos remetem. É necessária uma dose  extra de auto-observação, olhando para os  melindres e pequenos ressentimentos não expressos antes que proliferem e cresçam desordenadamente.Uma excelente oportunidade de trabalharmos o orgulho, posto a serviço da nossa necessidade instintiva de querermos ser aceitos e reconhecidos o tempo todo pelas  pessoas.

É fundamental  que se edifique uma vida mais leve, sem nos preocupar em demasia pelos gestos, muitas vezes inconscientes das pessoas. Sem dúvida, algumas atitudes podem ser capazes de nos infringir feridas profundos na autoestima, principalmente quando elas nos relembram experiências do passado que desejaríamos esquecer. Precisamos, no entanto, olharmos para isso com distanciamento, não deixando com que passado e presente se misturem e nos confundam, impedindo-nos de ver a realidade do momento sem que exista alguma forma de contaminação.

Sigamos adiante sem nos turbar, sem deixar que os ecos do outrora nos aturdam.

Se formos traídos por alguém em que confiávamos, olhemos para ele como uma pessoa que tem, tanto quanto nós, muito a trabalhar em favor de seu próprio crescimento. Não  envenenemos nosso coração por isso, mas reflitamos até que ponto não fomos nós mesmos que nos traímos, traindo nosso bom senso por esperarmos receber algo que aquela pessoa era incapaz de nos oferecer.
Aprendamos a virar a página, uma e mil vezes se for necessário, mas não guardemos uma pesada carga de  amargura dentro de nós. Um peso que não vale a pena arrastar por mais tempo, impedindo-nos de caminhar de forma  leve e despreocupada em busca da  felicidade que merecemos.

Confiemos em Deus, na verdade da nossa consciência e em nossos anjos guardiões, e sigamos adiante com fé, fortalecidos pelo amor que devemos a nós mesmos.




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Publicado em 12/09/2017
 

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