Artigo de Maria Helena Neves de Albuquerque: Somos Filhos do Céu e da Terra - | Artigos do Clube
 
Somos Filhos do Céu e da Terra  
   

Somos Filhos do Céu e da Terra

Autor Maria Helena Neves de Albuquerque - sutilezas@terra.com.br


Em certa ocasião eu estive pesquisando as nossas origens ancestrais e por incrível que pareça encontramos um texto da Grécia Antiga que fazia alusões do SER ao EXISTIR: “Sou filho da terra e do céu estrelado, mas minha verdadeira raça é celestial”. De fato, se compreendemos a partir desses sentires, imaginamos que os filósofos da Grécia antiga tinham a tarefa de interpretar os mistérios do ser e do existir com sabedoria, o que exigia abstinências, purificações, danças, cânticos, descrições mitológicas e expressões poéticas, como registrados nos famosos dramas do Teatro Grego.
Por outro lado, Pitágoras foi o primeiro filósofo ocidental a sustentar a ideia da transmigração da alma de um corpo para o outro, baseado na ideia da purificação, pois para o filósofo essa alma deveria reencarnar em sucessivas vidas (nem sempre humanas, mas animais também ) com o objetivo da purificação.
De acordo com Ele, o ar está cheio de almas. Alguns humanos e outros heróis. E é através deles que são mandados as doenças e até aquelas que atingem outros rebanhos ou armamentos. Essas ações tinham conexões com os deuses que faziam predições em locais apropriados e ganhava dos seus adeptos imensa reputação quando distribuíam as velhas sabedorias.
Estes seres, além de mestres das predições em si-mesmos, eram conhecidas como oráculos e atuavam nos templos-santuários que, enquanto consagrados, eram locais de consultas e adorações de um deus profético. Logo, se pesquisarmos a mitologia viva absorvamos que os oráculos foram os primeiros sacerdotes e eram possuídos pelo deus do oráculo, pois em verdade proferiam palavras interpretadas pelos próprios sacerdotes e tidos naquela época como os primeiros experimentos parapsicológicos. Então, com a continuidade da nossa leitura nos deparamos com novas descobertas e ou com outros subsídios que nos encantam como os textos do filósofo Marausha (1983), o criador da Filosofia da Esperança.
Em verdade, esse filósofo, até um pouco desconhecido por alguns dos mortais, sugere em seus textos iluminados algumas travessias que deveríamos fazer ao logo da nossa existência; observar as formas-pensamento e tentar formatar a mente e enquanto sacralidade interior a fim de torná-la hábil ao direcionamento de um olhar expandido em conexões mente-matéria e realidade psicofísica no espaço-tempo.
Logo, se exercitarmos essas ferramentas no dia a dia e em direção ao Absoluto-Deus a nossa mente é estimulada a agir de modo positivo, até expressar a firmeza dos pensamentos que ela precisa ter para comandar os projetos do existir.
E, nessa sintonia, tentar observar a música cósmica oriunda de algum espaço sideral, observe esse sentir de Ubaldo Nicola: “Uma das ideias de maior sucesso histórico de Pitágoras é a de que os astros produzem no seu movimento uma música perfeita e divina, no mundo literalmente celestial.
Se não conseguimos ouvi-la é por causa do fenômeno psicológico que faz com que um som contínuo torne-se despercebido pela consciência perceptiva”. Então, baseada nessa sintonia, fica compreendido que, após este breve panorama sobre um dos filósofos da Grécia antiga, aqueles pensadores dedicaram as suas vidas tentando entrar nos labirintos da nossa alma e de perscrutar o nível evolutivo a partir do qual TUDO COMEÇOU.

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Texto Revisado



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Autor: Maria Helena Neves de Albuquerque   
Assistente Social,UFC. Terapeuta Holística e Transpessoal,a "Quarta Força em Psicologia".Com formação Junguiana pelo IJBA -Instituto Junguiano da Bahia,chancelada pela Faculdade Baiana de Medicina,turma 2014/2016. Atua nas Oficinas da Alma & Consultoria Transpessoal no Contexto Junguiano-Fone de contato:071- 988750378.
E-mail: sutilezas@terra.com.br
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Publicado em 16/07/2017
 

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