Artigo de Bruno J. Gimenes: Não se torne refém da síndrome do Pânico! - | Artigos do Clube
 
Não se torne refém da síndrome do Pânico!  
   

Não se torne refém da síndrome do Pânico!

Autor Bruno J. Gimenes - bruno@luzdaserra.com.br


A ansiedade, tristeza, depressão e o desespero repentinamente o atingem? Se sua resposta for sim, pediria que você continuasse a ler esse artigo, pois vai ajudá-lo bastante. As crises de pânico, atualmente, afetam a vida de milhares de pessoas.

Porém, em alguns casos, os enfermos não identifiquem ou nem obtenha o diagnóstico dos sintomas. Tudo isso, por desconhecerem as causas e principalmente, como devem ser tratada.

Inicialmente, o comportamento e o humor começam a oscilar. Em um momento está feliz e sorridente, mas instantes depois, o coração dispara, a boca fica seca e as pernas trêmulas. E essas “mudanças instantâneas” se propagam em questões de segundos. Por exemplo, ela está bem e satisfeita em sua vida e de repente, tem a sensação de que vai morrer e não sabe se vai conseguir resistir.

Ataques de pânico: desafio diário

No começo, algumas pessoas consideram a crise como “comum” e nem dão importância. Entretanto, quando elas se tornam repetitivas, a preocupação aumentar e se dão conta que algo está diferente. A partir daí, a vida é encarada com um grande desafio… Ficar temoroso quando vai a um lugar público por ter que conviver com muitas pessoa é uma experiência bastante dolorosa. E a tendência é a situação se agravar, querendo fugir de qualquer local que lhe proporcione riscos.

No pico da crise, as vítimas acham que vão morrer e por isso, chegam a desmaiar. Com um tempo, entre 15 a 30 minutos, os sintomas vão cessando e o indivíduo vai tranquilizando… O coração desacelera, o que proporciona exaustão, fraqueza muscular e sonolência. E esse ciclo, na grande maioria vezes, se tornam constantes. As pessoas ficam fixadas dentro desse sofrimento.

Boca seca, tremores, ataque cardíaco, falta de ar, sufocamento, mal-estar na barriga e tontura, esses são os sintomas em meio a crise da síndrome do pânico. Mas aí você questiona-se, o que é o pânico? É um nível extremo de ansiedade. Imagine isso constantemente? Pronto, exatamente essa situação que acontece dentro da enfermidade. As pessoas vivem com um perigo. Entretanto, não se sabe de onde vem essas ameaças que estão cercando suas vidas.

E isso, verdadeiramente, traz bastante desconforto e inquietação. Inúmeros motivos podem proporcionar isto. Tal como, alguma marca ou ferida na infância. E sabe quando volta a aflorar? Ao passar por alguma dificuldade na vida. Além disso, também pode estar associado ao medo inconsciente de uma situação futura. E por fim, um fato no presente! Por exemplo, a culpa ou um sentimento ruim.

Síndrome do pânico e a qualidade de vida

O medo e desespero tornam-se constantes. Entretanto, essas crises chegam em qualquer momento e as pessoas nem esperam… Em alguns casos, ela até pode até estar alinhado a acontecimentos do seu dia a dia, como o estresse, ansiedade e temperamento forte. Porém, na maioria das vezes, as vítimas não tem noção de quando os sintomas vão aparecer novamente. Podendo acontecer de 5 em 5 minutos ou mesmo depois de 1 mês.

E a consequência disto, é a qualidade de vida ficar completamente comprometidas. Existe o medo de sair de casa, de ir trabalhar, frequentar o ambiente públicos. Para eles, é preferível deixar de enfrentar as situações que lhe causam medo e pânico do que vivencia-las. Afinal, essas situações causam constrangimento, a possibilidade de níveis incontroláveis de tristezas e decepções consigo mesmo.

O tratamento pode ser feito com a junção de medicamentos e terapias. Entretanto, infelizmente, nos entregamos aos medicamentos e acreditando que todos os nossos problemas podem ser solucionados apenas com eles. Porém, a dor vai bem além do corpo físico. Ela atinge o espírito e isso proporciona dores extremas para qualquer pessoa.

Por isso, é necessário cuidar desde a raiz do problema. Saiba que qualquer doença, antes de atingir o físico, afeta o espiritual, mental e emocional. Só que, na maioria das vezes, preferimos sentir dores para que tomemos atitudes para controlar a enfermidade. Por isso, uma boa alternativa é investir em terapias alternativas como reiki, shiatsu ou meditações. Eles, verdadeiramente, vão proporcionar um equilíbrio emocional e a verdadeira felicidade.

A família também tem um papel de colaborador fundamental durante o processo de tratamento. E em alguns casos, se não houver a compreensão, pode-se até mesmo atrapalhar, ao invés de ajudar. Por exemplo, eles preferem poupar as vítimas. Não estimulam a vivenciar as situações e enfrentarem o medo. É necessário o incentivo em procurar um tratamento e não simplesmente, ignorar os sintomas daquela enfermidade, que já é tão dolorosa.

Compreendo, deve ser difícil lidar com um medo ou uma angústia que você não sabe os motivos e muito menos de onde vêm … Entretanto, se esconder atrás do problema não é melhor maneira de resolvê-lo. Não faça sua dor ou dificuldade um escudo para não enfrentar determinada situação. Enfrente! Passe a ouvir suas vozes interiores e analisar “Você está verdadeiramente vivendo seu propósito de vida?”; “Você se sente prazer e feliz com o rumo que sua vida está levando?”; “Seus sonhos estão se realizando?”…

Se nenhuma das respostas forem favoráveis, acredite, sua vida precisa de mudanças imediatas. Comece a se perceber quais as emoções que necessitam ser curadas e, só assim, você vai começar a evoluir.

Texto revisado


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Autor: Bruno J. Gimenes   
Professor e palestrante, ministra cursos e palestras pelo Brasil.
E-mail: bruno@luzdaserra.com.br
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Publicado em 20/01/2017
 

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