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Desenvolvendo e respeitando a inteligência  
   

Desenvolvendo e respeitando a inteligência

Autor Bernardino Nilton Nascimento - bn.nascimento@uol.com.br


O que é inteligência?
As definições são muitas, embora com notáveis pontos, podemos dizer que é a capacidade geral de adquirir competências particulares, a capacidade de antecipar a experiência; podemos entender que se trata de uma habilidade apropriada que se manifesta na solução de dificuldades, na capacidade de resolver problemas novos que aparecem por meio dos pensamentos.

Onde houver uma incógnita ou uma dificuldade, logo se torna necessária a intervenção desta preciosa capacidade. Faz-se necessário aparecer uma coisa errada? Verificando depois do erro? No uso da inteligência, faz-se necessário a mudança de atitudes. A inteligência é, pois, o antídoto da rotina, implica a supressão de hábitos antigos, defeituosos e nocivos, assim como a criação de hábitos novos, mais convenientes e criteriosos.
A inteligência apenas vale quando sabe vencer as dificuldades, para elas encontrando soluções justas e adequadas. Ora, como em todas as profissões e em todas as atividades sociais, há assuntos a resolver, concluímos que a inteligência é chamada a desempenhar na vida, um papel importantíssimo.

Tudo depende da maneira como ela vai cumprir sua missão. Há muita gente que julga o trabalho da inteligência incompatível com os esforços físicos, que não sejam exclusivamente intelectuais. Essa mentalidade, além de defeituosa é ridícula. O ser humano que pensa dessa maneira nega a inteligência que julga possuir. Pelo fato de ser inteligente, deve saber da necessidade de todos os tipos de trabalhos, pois ele mesmo por ter sido mais favorecido, não vai mais precisar fazer o que outras pessoas são capazes de fazer. E todas as profissões e todas as atividades precisam de pessoas inteligentes.

Pensador não é apenas o filósofo ou o diplomado com qualquer curso superior; “pensador é o ser humano que vê onde os outros não consegue enxergar”.

Não podemos colocar uma asa grande em um pássaro pequeno, ele não vai sair do chão. Cada pássaro tem o tamanho certo de sua asa e conhece bem o seu limite de altura, porém, existem espécies que têm asas grandes e não voam alto. O ser humano deveria seguir esse exemplo, às vezes você tem grande cultura, porém, não voa tão alto, e outros não sabem usar o tamanho de suas asas para ir bem mais alto que imagina. Isso é, quanto mais nos conhecemos, mais usaremos a nossa inteligência e vamos respeitar a importância de cada um e o tamanho de suas asas.

Quanto mais alto voarmos, maior será nossas responsabilidades e com mais ênfase será colocada em xeque nossa inteligência.

Os graus de inteligência variam muito. Não há uma inteligência; há muitas inteligências; há as intelectuais, sensitivas, voluntárias, para o bem, para o mal e outras. Porém só os que usam com equilíbrio, justiça e para o bem, serão os primeiros a viver fundamentalmente do espírito e para o espírito, e suas ideias se espalharam mais rapidamente que imaginam.

Na verdade, quase todos procuram a felicidade ilusória e raros pensam em se dirigir para a perfeição, para evolução. No entanto, é mais fácil atingir usar a inteligência para o bem, os esforços para utilizar para o mal, são muito maiores e limitados.

Mas, tudo depende dos esforços raciocinados que cada um, por acaso, realize. Convém não esquecer que cada ato realizado constitue o reflexo dos respectivos pensamentos. Os seres humanos procedem sempre em harmonia com aquilo que pensam ou que não pensam. Por consequência, a base e o fundamento de toda a vida, tem que ser buscados nos pensamentos individuais. Mas, quem considera este problema como a requerida atenção? Em geral, cuida-se de tudo, menos do espírito e da alma, talvez pela razão do amor próprio não deixar ver as imperfeições e julgar sem importância o aperfeiçoamento da inteligência.

É preciso desenvolver a inteligência para as missões da vida. Convém, precisamente, que passamos a guiá-la muito de perto para a evolução, para o bem-estar de todos.

Para pensar bem, é imprescindível exercitar a inteligência e cultivar constantemente, a fim de que a inteligência possa e saiba integrar o plano geral em casos especiais. As pessoas que todos os dias fazem as mesmas coisas, que todos os dias param no mesmo café, estacionam na mesma esquina, circulam na mesma praça, falam com as mesmas pessoas, fazem os mesmos caminhos, que pronunciam as mesmas palavras, batem nas mesmas teclas, abafam a inteligência.

A empresa que conduz seus profissionais nas mesmices, em um profissional automatizado, sem motivação, tende a ficar parada no tempo, e vai perdendo seus clientes e só vai perceber quando já estiver em situação ruim.

Devemos estimular nossa inteligência para servir dignamente na evolução dos governantes, da empresa que trabalhamos, da nossa família e amigos, como também, na evolução do ser humano.

BNN



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Autor: Bernardino Nilton Nascimento   
-Não seja um investigador de defeitos e, sim, um descobridor de virtudes.
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Publicado em 04/10/2015
 

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