Artigo de Bernardino Nilton Nascimento: Amor o principio e o meio. - | Artigos do Clube
 
Amor o principio e o meio.  
   

Amor o principio e o meio.

Autor Bernardino Nilton Nascimento - bn.nascimento@uol.com.br


Qualquer discussão em torno do sentimento “Amor” é dificultado por sérios obstáculos, porém o que podemos entender de verdade, é que, simplesmente ele se fortalece através da prática, dos exercícios de doar-se, da educação do servi e de desejar a felicidade do próximo, ou seja, o seu alicerce é simples, mas geralmente usada em momentos muito específicos. Embora saibamos que existiram e existem muitos momentos de profundo "Amor" que expressamos, porém só falamos associando o conceito do amor com a ideia de um sentimento centralizado a uma pessoa, ou a um grupo de pessoas, como família, amigos, lugares, religiões e objetos.

O que podemos sentir é que o “Amor” é um sentimento verdadeiro, iluminado, cheio de magia e que transforma vidas, transforma atitudes, transforma pessoas e que nos leva além do tempo. Com uma força interior sobrenatural,  nossa tendência é considerar o "Amor" a uma paixão, porém, ele vai além, por ser preferencialmente de um só Deus, reconhecido e que está dentro de cada um nós. Deste modo, torna-se duvidoso usar o termo "Amor" para cultivar em uma só direção, seja ela uma pessoa ou um objeto. Ele é muito amplo e vai além do que imaginamos. Quando se trata de "Amor", podemos abraçar o mundo que não enxergaremos o seu fim, quando ele é direcionado em uma só direção, na maioria das vezes é confundido.

Alguns se atrapalham em falar do "Amor", por não saber sua real extensão, muitas boas atitudes não são ligados ao sentimento magico do amor. Não temos palavras para designar o amor como um fenômeno humano geral; assim, quando descobrimos esse sentimento, logo estabelece automaticamente a sua associação com Deus. Não podemos evitar essa associação, já que todas as religiões, seitas e outros, mesmo que para o mal, sempre associando de certa forma a inveja do amor que Deus tem por nós.  Deus é "Amor",  e por isso,  gostamos de receber aquilo que oferecemos, se Deus só nos oferece “Amor”, é mais que normal, associa-lo ao “Amor”.
Quando entendemos o que é o verdadeiro “Amor”, quaisquer outros sentimentos, pensamentos e ações, são capazes de nos conferir uma linha de orientação e um objeto de devoção, de satisfação, de prazer de viver e que vai além da nossa dimensão. Não existe, na verdade, qualquer cultura do passado, e parece-nos que não existirá no futuro que o “Amor” no sentido extenso da nossa definição, deixe de ser parte integrante dos nossos momentos, tristes e felizes, onde existir qualquer tipo de vida existirá o "Amor".

Não vamos nos limitarmos a pensar em um "Amor" difícil, e sim, em um amor simples e de fácil doação e aquisição. O ser humano deve está aberto ao sentimento do amor, com uma necessidade da sobrevivência humana que nos orienta como um objeto de devoção,  ele está profundamente enraizado nas condições das nossas existências. Amar o ser humano deve ser extremamente normal, já que Deus é sua semelhança, só que ele pratica o livre-arbítrio com total responsabilidade, enquanto nós, deixamos o nosso a deriva. Nossos pensamentos voam para trás e para frente, de um lado para o outro, para o bem e para o mal, criamos as nossas verdades e mentiras, focamos mais no que não nos pertence, do que as nossas aquisições. Imaginamos fantasmas onde é real, não damos importância no que é real. O presente é real, nossa vida é real, o amor é real, o que pensamos e adquirirmos é real, o que fazemos hoje será a colheita do amanhã, isso é real.

A razão, nosso maior privilégio é ao mesmo tempo nosso maior castigo. Sempre estamos preocupados com soluções e discussões muitas vezes insolúveis, nos momentos presente. O que se pode esperar a respeito do idealismo do ser humano, quando se aplica igualmente a sua necessidade de amar?
Amor é tudo que temos para modificar para melhor as nossas vidas, e a vida do próximo. Amamos até o impossível, mas podendo transformar esse impossível com o "Amor", exercitando, acreditando e transformando em fé toda energia do "Amor", com ele somos capaz de iluminar a escuridão, trilhar novos caminhos, nos transformamos mágicos da vida. Nossos corações ficam delirante de felicidade, quando nos doamos de verdade ao próximo, ao trabalho, a família, aos amigos, ao ser humano e a tudo que for da criação. O "Amor" é a essência do  prazer, não há semelhança de um momento para o outro, ou de uma pessoa para outra, quando se trata do “Amor” tudo fica prazeroso, tudo fica iluminado.

 O "Amor" é o principio e o meio, porém sem fim.

BNN



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Autor: Bernardino Nilton Nascimento   
-Não seja um investigador de defeitos e, sim, um descobridor de virtudes.
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Publicado em 27/07/2014
 

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