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A Construção da Felicidade
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A Construção da Felicidade

por Maria Cristina Tanajura - tinatanajura@terra.com.br

A busca da felicidade tem sido um anseio humano, desde sempre... Mesmo quando erramos tanto, no passado, o que a história das civilizações nos conta, estávamos neste caminho procurando ser feliz. Naturalmente, ela se esconde onde cada uma a colocou, a depender de nossas crenças, de nossos valores. Mas, ao lado disto, existem leis cósmicas que não se modificam de acordo com o local, ou a época em que estamos vivendo. Como a Lei da Gravidade, a Lei da Ação e da Reação é inconteste e rege a vida no Universo. Para cada ação, uma reação.

Assim, para sermos felizes, não é apenas necessário que acreditemos num Deus de Amor que nos habita e a tudo, mas é necessário que façamos a Sua vontade. Ou seja, que ouçamos e obedeçamos à voz de nossa consciência, que nos fala sempre, no silêncio de nossas almas... Suas ponderações muitas vezes são incômodas, vão de encontro aos nossos desejos, mas quando obedecidas, nos premiam com a paz interior, maior bem que qualquer ser pode almejar. Simples, muito simples... Parece que sim. Mas é um treinamento de vida, eterno, que exige muita disciplina e disposição para se ouvir, para parar a correria desenfreada da vida atual, para silenciar, para suportar as críticas internas, os puxões de orelha, as advertências, o comentário cheio de bom senso, que contradiz, muitas vezes, a nossa audácia e vontade de desafiar as circunstâncias.
Noutro dia, não sei quem me falou, mas isto calou em mim: Não devemos ter medo, mas precisamos ser cuidadosos. Com nós mesmos e com os outros, com a vida. Pois a consequência do que fazemos chega sempre e pode não ser agradável vivenciá-la.
Esta paz que vai aos poucos se instalando em nós, torna-se um ninho agradável, para onde podemos ir, ao mesmo tempo em que enfrentamos todos os desafios, problemas e tristezas desta vida de todo dia. É uma fonte de Amor! Que nos embala e nos nutre, alimentando nossos sonhos e levando pra longe toda a tristeza deste mundo.
Assim, fazer o que nos dita a consciência é O CAMINHO, único e muito individualizado. Cada um tem o seu e não existe clone dele. A própria paz que vem daí nos fortalece para darmos o próximo passo...

A atmosfera, neste local divino que possuímos, é doce, muito gentil, pura, forte, assertiva, confiante, esclarecedora, AMOROSA. Nela cabe o perdão, sempre... Pois os outros são nossos cooperadores, mas não precisamos de nenhum deles para ser feliz! Eles nos dão a mão, nos propiciam momentos alegres, cheios de amor, mas não são chaves para a nossa felicidade tão esperada. Podemos suportar a falta deles, mesmo que soframos, mas não aguentaríamos viver afastados de nós mesmos, caminhando contra a direção que nos é ditada por nosso Espírito.

A felicidade é construída a cada instante, pelos nossos pensamentos, sentimentos, atitudes... Podemos viver a semear flores, que nos irão embelezar a vida, ou espinheiros, que irão nos ferir. A escolha é nossa, feita a cada segundo, a cada respiração. Lembremos disto, agora. Nosso pensamento pode ajudar alguém que esteja mesmo muito longe de nós e que nem sequer vai saber o porquê de se sentir fortalecido. Nosso tom de voz pode alegrar outro que estava triste e se sentindo deprimido. Nossa compreensão pode dar fim a uma discussão que certamente levaria a consequências ruins... Enfim, por que não sermos felizes, se depende muito mais de nós, esta construção?

Texto revisado




por Maria Cristina Tanajura   
Socióloga, terapeuta transpessoal.
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E-mail: tinatanajura@terra.com.br
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