Fim Do Mundopor Silvio José Benevides e Maia - silviojbmaia@ymail.com
Enquanto a luz procura conscientizar para favorecer a conexão -startada com o pensar nisso- com nossos amparadores, para baixar esclarecimentos capacitados, suavizando o impacto natural dessa virada cíclica, os escuros, dispondo de um monte de ferramentas terráqueas, procuram inocular o pânico e a dúvida, que empurram para a prejudicial saída avestruz (enterrar a cabeça na areia e achar-se protegida), que ilude e bloqueia a preparação suavizadora para a assimilação da naturalidade da transição, sem motivo nenhum para temores para os que no razoável procuram praticar boas ações -não fazer e fazer em relação ao próximo conforme gostaria fosse consigo.
Na fuga avestruz vêm logo argumentos diametralmente opostos ao necessário desprendimento, invocando direito de viver, de sonhar com coisas de seu futuro e por aí afora, prendendo o ser na ilusão da vida conforme sua configuração materialista.
A vida não pára e todos devem prosseguir em seus dias, trabalhando, formando suas famílias, educando seus filhos, interagindo, observando sua transformação íntima -nos dias correntes apenas com a diferença de mais necessidade de manter-se em conexão, atento, para facilitar a vinda das instruções transicionais.
O "À cada um segundo suas obras" particulariza o porvir de cada qual. Ninguém vai pagar por culpa ou receber prêmio de outro.
E, como em tudo, os acontecimentos são o resultado de leis naturais manipuladas pela administração da vida, ação de que participam, no imenso campo de trabalho que é a criação em funcionamento, seres auxiliares e estagiários, dirigidos e assistidos por capacitação maior para assegurar a infalibilidade e precisão.
Nessa transição, durante as convulsões, há os que desencarnam "normalmente" antes e durante, e os que desencarnam sob os efeitos das convulsões. Há os que, desencarnados, aguardarão o final da transição para voltar à Terra no início de sua nova condição, e os que irão para outros mundos físicos. E há aqueles que serão resgatados encarnados, dos efeitos transicionais (em sua maior parte os mais jovens), para ficar aguardando a virada noutro mundo ou em bases especiais já reservadas para isso, durante cerca de sete anos -segundo os aliens do bem em Trigueirinho. E outras coisas que sejam da vontade justa e soberana de Deus, que preside cada milímetro dessa execução.
Não se deve, de modo algum, agir no sentido de favorecer a atitude avestruz, ocultando ou iludindo ao menos quando seja perguntado. Pelo contrário, é dever de cada um, que se sinta na posição de colaborador da luz, procurar instruir-se para poder suavizar o impacto do inexorável, esclarecendo da naturalidade do acontecendo, exortando à confiança naquele que criou e equilibrou tudo, para com isso fortalecer a recepção à conectividade e assim ajudar -e, não, atrapalhar- o trabalho de nosso amparo e proteção, consistente em esclarecer à cada qual conforme apropriado, com a precisão de quem sabe o que está fazendo, sobre o que está acontecendo, e não deve nem pode ser ocultado, pena inclusive de se responder por isso:
"Dias virão em que tudo isso, que estais vendo, não ficará pedra sobre pedra; tudo será destruído. Lc 21,6".
Texto revisado
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