Agentes Da Luz Pagos? - Silvio José Benevides e Maia
 
Bookmark and Share

Agentes Da Luz Pagos?

por Silvio José Benevides e Maia - silviojbmaia@ymail.com

Essa matéria do dar de graça... , que andou rolando, é realmente complicada e importante, além de servir bem para ilustrar a implantação do agente da luz pago -que forçosamente está no ar.  

?Estaria certo um agente da luz dedicar-se em tempo integral às tarefas específicas e em troca receber uma paga para seu sustento?  

No final do dia galáctico como estamos, há pouco tempo para conscientização e transformações íntimas. Quanto mais dedicação agentiva, portanto, melhor. ?Como então fazer para ganhar o pão?Haveria alguma coisa de errado em conciliar, harmonizar, circunstancialmente, esse ordenamento?Não só quanto às despesas que têm de ser cobertas, mas também ao sustento do agente?  

Embora estejamos num nível evolutivo em que a ganância consegue deturpar muito -e o Bispo Macedo e outros estão aí para o atestar, não podendo por suas ações se queixar de serem citados como exemplos-, parece, sopesando bem todos os prós e contras na balança, que é inclusive recomendável, essa troca, desde que instituída nos costumes com um regramento inteligente, para suavizar desvios, como transparência contábil via publicação direto de todos os itens de contas em todos os meios de acompanhamento público, e, com o devido critério da razoabilidade no item remuneração do agente, que, não tendo de correr atrás do pão o dia inteiro, para no final do dia dedicar à tarefa um resto cansado mesmo que esforçado, sem dúvida poderia ser uma ferramenta muito melhor e mais produtiva da luz  

A lógica faz sentir ser isso perfeitamente possível e harmonizável em mundos mais evoluidos; e ser exequível, com alguns senões tolerados, contornados e justificados pela premência do tempo transicional, no nosso -onde a participação ativa de todos inclusive na fiscalização pode suavizar bem o lado não bom, minimizando o espaço para as ações escuras; isso, face ao sentir ordinário da maioria de joios, que tem o olho-grande como principal complicador.  

Vale encerrar ilustrando aqui com um fato ocorrido num escritório brasileiro de contabilidade, cujos sócios eram brasileiros e um deles norte-americano: montado o escritório, começou a prestar serviços de qualidade, a clientela começou a aumentar, e um sócio brasileiro mandou logo "Vamos aumentar nossos honorários", ao que o americano retrucou "Não, vamos aumentar nossa capacidade de serviço" -debatidos os pontos de vista em reuniões partiu-se para a do americano, alugaram outro andar no prédio, e triplicaram a produção, triplicando os lucros, com os mesmos honorários.



por Silvio José Benevides e Maia - silviojbmaia@ymail.com   
Lido 60 vezes, 2 votos positivos e 0 votos negativos.   
Visite o Site do autor.   
Vote se você gostou deste Artigo!
Sim Não  

 
O conteúdo desta página é de exclusiva responsabilidade do Participante do Clube.
O Site não se responsabiliza pelas opiniões expressadas ou eventuais violações de direitos autorais.