Fim De Mundo E Desmentidospor Silvio José Benevides e Maia - silviojbmaia@ymail.com
Começando uma reflexão sensata e realista sobre esse tema pipocante, de saída, devemos tentar nos acostumar a tomar extremo cuidado, com a identificação do que rola, e com o modo de apresentá-lo em termos, palavras -porque mesmo com todo esse cuidado via de regra os terráqueos fazem um rolo do escambau.
Quem se propõe, portanto, ajudar os outros nessa zorra, deve fazer isso com bastante cuidado.
Esse referencial 2012, por exemplo, é uma excelente ferramenta para a inteligência escura atacar a atenção, que nossos amparadores astralinos e extraterrestres procuram nos recomendar a manter, por estarmos vivendo tempos extraordinários.
Porque ninguém pode precisar data; nem mesmo ano; inclusive pela necessária folga monitorada de execução administrativa; circunstâncias em que os ataques escuros centram suas baterias, para tentar inocular insegurança e dúvida, em cima de informações maléficas apontando quandos, que fazem afastar as atenções para os reclamos do mundo e puxam os olhos de volta ao chão do dia-a-dia, reinstalando o alheamento prejudicial na razão inversa do que as megaocorrências objetivam.
Mas pode-se, e deve-se, alertar para proximidade, -ação orquestrada por todas as ferramentas e terminais da luz-, do momento naturalmente crítico que é o encerramento de um ciclo, ou seja e precisamente, de mais um período de oportunidades, no encerramento de nosso dia galáctico, por si mesmo recomendando uma intensificação na transformação íntima -único e exclusivo meio de se ativar merecimentos.
Não, falando em fim de mundo etc., porque a criação é blindada -nela apenas se pode operar transformações-, mas, especificamente, nessa natural virada cíclica, transição, ou outro nome que prefiram dar a isto que já está até visível, e que é, usando uma expressão milenar que ainda vale, uma nova separação de joio de trigo.
À inteligência média, bem informada, fica complicado rejeitar a lógica de NUNCA, antes, haver acontecido de a Igreja nos recomendar ter os aliens como irmãos; de NUNCA, antes, o governo invisível filmar e exibir para o mundo aquilo que ele próprio sempre sequestrou para si. E de, por isso mesmo, positivamente estarmos vivendo um tempo de absoluta extraordinariedade, cujos procedimentos tornaram necessário suspender parcialmente o livre-arbítrio, obrigando os escuros que elegemos -e por isso legitimados- a agir contra nossa vontade assim como merecemos representada, escancarando ao mundo o que não fosse a imprescindível subjugação pelo comando sideral permaneceria sonegado.
Reflitam. Não há muito tempo.
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