Riqueza, Pobreza, Concepções - Silvio José Benevides e Maia
 
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Riqueza, Pobreza, Concepções

por Silvio José Benevides e Maia - silviojbmaia@ymail.com

A falta de informações prejudica, quando não impede, a compreensão das coisas da vida.

Riqueza e pobreza são uma das principais causas de diversas concepções equivocadas, que afloraram com o que estamos discutindo nas listas sobre a riqueza de missionários, religiosos, enfim, de todos os que se propõem trabalhar como agentes da luz -inclusive os que usam isso para beneficiação própria e evidente para o alcance suficiente.

Sendo nossa vida na crosta terráquea -falando especificamente dela e só dela para não dificultar- (fora a de uns tantos pusilânimes que nela mesmo estão recebendo sua recompensa, como nos disse Cristo), sendo essa nossa vida uma escola, cuja principal professora ainda é a dor, estamos aqui -os alunos, não os pusilânimes-, para sofrer, como também nos disse Cristo: "No mundo tereis sofrimentos(...)". "Cada lágrima ensina aos mortais uma verdade" -mandou Pitágoras 400 anos antes de Cristo.

Tanto a pobreza como a riqueza trazem inicialmente sofrimentos para com eles ensinar -haja vista no caso da riqueza aquele que ganhou a megasena e foi assassinado pela esposa, entre um monte de outros casos numa e noutra situação.

Após o ensinamento com a dor, tanto a riqueza como a pobreza vêm como prova, de aferição desse aprendizado, nas ações de campo.

Assim, riqueza e pobreza, para os alunos -não, para os pusilânimes, que podem ser mal comparados aos alunos gazeteiros-, são na verdade ferramentas, de nossa professora, que é a administração da vida e programa cada encarnação de acordo com o currículo adequado para cada aluno, provendo as circunstâncias apropriadas.

Daí, a sabedoria cigana -que fez Madonna ser vaiada pela ignorância ao defendê-la-, ter mandado magistralmente que "Quando é para você ficar rico, a riqueza corre atrás de você".

Ninguém propriamente nasceu para ser rico ou pobre. Nasce para se aperfeiçoar. E, nesse processamento, ora está numa ora noutra condição, até que, lá à frente com a evolução, sentir-se-á satisfeito com o meio-termo onde sempre está a sabedoria, quando não precisará mais estar como rico nem como pobre.

Texto revisado



por Silvio José Benevides e Maia - silviojbmaia@ymail.com   
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