Sobre Profeciaspor Silvio José Benevides e Maia - silviojbmaia@ymail.com
Tempos atrás estudamos isso em linhas gerais:
http://somostodosum.ig.com.br/clube/artigos.asp?id=3172
Mas vem à mente, sobre profecias, o que podemos chamar de função profética.
Deus sabe do futuro e permite seja ele revelado em certos casos, e quando útil. Parece que a utilidade principal da função profética seja puxar as atenções para o que rola em função do previsto, para fazer pensar e ficar prestando atenção a respeito, em vez de viver desligado como é uma tendência fortíssima do encarnado.
Tudo na vida tem seu tempo, inclusive e naturalmente a própria vida enquanto no físico. E, como a vida é um objeto a administrar, em período em que o depois sempre depende do antes, é natural e lógico que hajam variações para mais e menos no termo desses períodos, entre o que o de um ciclo encarnatório, em função da performance ocorrida para mapeamento circunstancial do em seguida.
Cristo quando mandou lá atrás que muitos seriam os chamados e poucos os escolhidos fez uma profecia e revelou um futuro sem a menor possibilidade de prejudicar por isso, pelo contrário servindo para ilustrar reflexões dali em diante, visto que a porta é realmente estreita.
Uma profecia procedente pode mandar o que realmente vai ser. Se a gente quiser pode pegar um copo, encher de água, e beber ou não beber, exclusivamente de acordo com nosso livre-arbítrio livremente exercido. De qualquer maneira, o que venhamos a fazer já era do conhecimento de Deus, e assim poderia ser profetizado, encarando profecia procedente como revelação autorizada pelo criador.
As coisas que acontecem na densidade física repercutem na astral por leis ordinárias, que, no entanto, podem ser manipuladas por técnicas, de modo a acontecer estritamente o que seja de acontecer independentemente da ordinariedade dos efeitos. Não fosse assim e não haveria como personalizar retornos, vulnerando a densidade astral às consequências das ações encarnadas.
Texto revisado
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