LIBERDADE! - Silvana Giudice
 
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LIBERDADE!

por Silvana Giudice - silvanagiudice@hotmail.com



Afinal, o que é essa tal liberdade?
Algumas vezes, pensei que se tivesse muito dinheiro para fazer tudo que quisesse, eu me sentiria livre.
Será? Quantos ricos não se sentem enclausurados? O dinheiro traz responsabilidades que o acompanham....
Aliás, são os ricos que nos dias atuais, mais sentem a sua liberdade cerceada. Grades, portões, carros blindados, segurança, sistemas de alarme, além da escravidão do medo, que rondam suas mentes constantemente.
Definitivamente, o rico não é um exemplo de liberdade.


Lembro-me de um dia ter lido esta frase: às vezes deveríamos ser loucos!
É isso!- as vezes deveríamos ser loucos para experimentar a liberdade!
O lúcido se sente responsável por Deus e o planeta. O louco, não! Ele sabe, que cuidar da própria vida, já está de bom tamanho.
O lúcido sente vergonha quando erra e caí, porque exige de si mesmo um comportamento impecável perante os demais. O louco, não! Ele caí, levanta, sacode a poeira, e ainda dá tchauzinho prá todo mundo.
O lúcido é incapaz de dizer NÃO, sem se sentir culpado. O louco, diz sim, quando tem vontade, mas quando diz não, também segue seus instintos e não se arrepende por isso.
O lúcido está preocupado com a moral e os bons costumes e dificilmente quebra normas. O louco, quebra regras, ousa....arrisca, e pouco se importa se não é um modelo de normas vigentes e imbecis, que um dia um tal senhor chamado “Preconceito” casado com a dona “Crença”, inventou!



Ah! Realmente para experimentar essa tal liberdade, muitas vezes deveríamos ser loucos.
Louco para agir com o nosso próprio arbítrio, assumindo as conseqüências de nossas escolhas, sem censura, vergonha ou a culpa.
A liberdade anda de mãos dadas com a verdade.
Livre é todo aquele que aceita o fato de escolher o que acredita, ser o reflexo mais sincero e honesto da sua identidade.
Entretanto a liberdade realmente exige atos de coragem mas também de
coerência.
Nossa conta bancária e nosso grau de instrução, podem nos dar até certo ponto uma sensação maior de movimento e independência, mas não detém a nossa liberdade.



Para nos sentirmos livres, precisamos saber exatamente o que queremos e estarmos abertos as formas de consegui-lo, sentindo se bem não somente externamente.
Livre é aquele que se livra dos grilhões da mente.
Muitas vezes corremos em busca da liberdade, sem nos darmos conta, do quantos estamos nos aprisionando, cada vez mais mentalmente.
Como sentir-se livre externamente, escravos de uma mente que sofre?
Tenha coragem de enfrentar aquilo que mais teme à despeito do que pensam de ti, mas também se pergunte se o que persegue é coerente para o teu coração.
E então....avance através do medo, e prossiga.
A fonte que nutre nossos desejos, tem “substância” em abundância para que eles se realizem.




"A liberdade não tem qualquer valor se não inclui a liberdade de errar."
(Mahatma Gandhi)

 



Silvana Giudice

terapeuta metafísica

Confraria dos Mestres

veja no site em atendimentos

te. 3586-8885 e 9590-0515


por Silvana Giudice - silvanagiudice@hotmail.com   
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