Ainda não se conseguiu - e parece que dificilmente se poderá conseguir - um programa eficaz para spamzar.
Dentre os disponíveis, hoje, temos os que não permitem configuração além de ativar ou não, trabalhando sozinhos, que não podem ter eficácia suficiente para valer à pena porque falham muito na identificação, ora sapmzando o que não é spam, ora deixando de capturar spam; e, temos os que, além da execução dessa parte separatória, por conta do programa, permitem a configuração de marcar ou desmarcar como spam, além de acrescentar endereços para bloqueio.
Daí a inteligente entrada em cena de um programa norte-americano, porque funciona como que um aplicativo em gerenciador de e-mails que não tenha configurações além de ativar ou não, facultando ao usuário as demais configurações.
Como sempre se deve fazer, atenção para o toma-lá-dá-cá básico, que tem de reger tudo. Havendo propaganda, tudo bem; não havendo, o dá cá pode estar na venda de endereços.
Os spammers costumam driblar sem dificuldade esses programas vindo cada hora com um endereço, o que dá uma trabalheira administrativa inútil com o usuário marcando um endereço e o spammer entrando por outro sucessivamente.
E o sistema automático obriga a conferir sempre e de acordo com a urgência de recebimento a pasta spam, porque sempre vai parar lá o que não é para ir.
Assim, parece melhor assumir isso na verificação pessoal das mensagens, desativando spam, inclusive porque nesse verdadeiro treino a pessoa vai ficando cada vez mais esperta nessa identificação e noutras, o que resulta em economia de tempo e diminuição de riscos.
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