Vegetarianização - Silvio José Benevides e Maia
 
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Vegetarianização

por Silvio José Benevides e Maia - silviojbmaia@ymail.com

Esse texto vai incomodar, mas segue para os interessados na intensificação da vegetarianização, pela exiguidade de tempo para essa necessária conversão dos que irão viver na nova Gaia, onde não haverá lugar para carnívoros -animais e humanos. Nas canalizações em Trigueirinho, os aliens do bem nos informam que os animais carnívoros serão removidos nas convulsões, porque no pós-transição será startado o mundo de regeneração em que seus viventes transformarão a nova Gaia, onde se poderá viver amorosamente, se poderá mergulhar em qualquer parte dos oceanos sempre calmos pelo perfeito equilíbrio do habitat, ou passear em qualquer floresta densa, sem temor de ataques de feras, porque todos os animais sem exceção serão amorosos -como são hoje os golfinhos e os cachorros domesticados e bem criados-, não havendo as feras, monstros e bichos peçonhentos que hoje habitam a Terra. Os aliens não falaram em relação aos "humanos" da Terra provavelmente por delicadeza, deixando que concluíssemos o resto com o uso da lógica -a não ser que alguém consiga ver algum sentido em remover animais carnívoros e deixar "humanos" carnívoros para devorar os não carnívoros.

Naturalmente porque apreciam um bom churrasco etc. muitos comem carne porque acostumados desde pequenos, sem ter consciência das implicações de comer carne -que começam com o assassinato do animal que vive no ciclo de onde vieram os próprios humanos que o comem. E gostam tanto de uma carninha que chegam a dizer que Jesus comia peixe.

Jesus já era vegetariano quando esteve conosco, pois que angélico seu status evolucional -?como conceber um anjo carnívoro?-, como podemos ler nesse trecho abaixo aspado do livro "O Sublime Peregrino", de Ramaatis, via psicografia do prof. Hercilio Maez, que vale muitíssimo a pena ler (o livro todo) que pode ser baixado zipado dos arquivos da multi:

"Jesus preferia os pãezinhos com mel de figo e de abelha, ou então os bolinhos de polvilho que ele gostava de misturar ao sumo da cereja, um refresco difícil e muito apreciado pelos hebreus, cuja fruta de polpa reduzida requeria a mistura do suco de outras frutas. Mas Jesus foi sempre frontalmente avesso aos alimentos carnívoros, embora recomendasse o uso do peixe; e mesmo na última ceia com os seus discípulos, ele expõe um dos mais significativos símbolos educativos da vida espiritual, quando, em vez de partir um naco de carne, apanha uma porção de pão e o vinho, e os oferece exclamando: "Eis a minha carne; eis o meu sangue!".

Claro que Jesus e mais adiante o Alto em Kardec e noutros terminais não desaprovaram a ingestão de carne porque naquelas épocas não havia condições de vegetarianização -seria mais ou menos como recomendar aos terráqueos de hoje assexuarem-se, o que acontecerá naturalmente na trajetória evolutiva mas bem mais à frente, hoje fora de nossa capacidade conceptual.

Como mandado magistralmente por Danuza Leão, vegetariana, "Carne é cadáver".

Comer carne é um mau hábito que precisa ser perdido por quem deseje acompanhar a evolução.

A carne putrefaz-se rapidamente, razão por que os animais carnívoros têm intestino curto, para expulsão rápida -humanos, têm mais de sete metros. Quando o animal ou humano falecem, pouco depois começam a feder propositadamente para provocar repulsa -a Natureza inicia o processo de decomposição de seu corpo para aproveitamento atômico noutras coisas e formas, e nesse processo, a partir do instante em que cessa a vida, o corpo antes vivo começa a estragar. As carnes vendidas para consumo quase todas vêm de matadouros em que os animais podem perceber que vão ser executados, e com isso antes de morrer injetam em seu sangue grande quantidade de adrenalina. Esses lugares de execução, em que há muito derramamento de sangue, ficam repletos de espíritos vampiros que vêm como tais a seu modo beber o que podem desse sangue, naturalmente que passando à carne suas vibrações, acrescentadas às da própria, o que bloqueia a sutilização orgância. Por isso uma pessoa carnívora tem mais agressividade e mal cheiro do que uma vegetariana, além de menor sensibilidade instrumental para acesso a sintonias mais sutis -o que não significa não ter sensibilidade, mas sim não ter a mesma possibilidade de conexão vegetariana.

É a proporcionalidade entre o ser e a alimentação de seu corpo, donde a Macrobiótica mandar "Somos o que comemos".

Os que desejem viver na nova Gaia e sejam carnívoros, devem, pois, cuidar de ir se desacostumando da ingestão de carne, para aproveitar o máximo do pouco tempo que resta na suavização dessa necessária conversão.



por Silvio José Benevides e Maia - silviojbmaia@ymail.com   
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