Quantum Touch é portátil por Leila Maia - leilacamaramaia@gmail.com
“Quantum-Touch é um método de cura pelas mãos que literalmente precisa ser visto para que se acredite.” Richard Gordon, Fundador do Quantum-Touch
Mas o que realmente é Quantum Touch? Exatamente isso: toque quântico. Nome bem escolhido. Há um que de mistério nessa história da física quântica: uma partícula está aqui e no momento seguinte em outro lugar, (ou ao mesmo tempo, mas isso não faz parte do exemplo) só que ninguém sabe como ela foi parar lá. Quantum Touch funciona assim. O paciente se cura quase instantaneamente, mas como? Há alguns pressupostos, dentre os quais se destaca o de que o paciente se cura sozinho - o terapeuta ou praticante é apenas um “catalisador” ou “condutor”, ou “exemplificador” ou qualquer outra definição que não implique em autoridade. Isso por que a função do praticante é oferecer ao paciente um padrão de vibração de saúde. E como efeito do princípio da ressonância (também importado da física), o organismo não saudável vai se ajustar à frequência oferecida, tornando-se saudável. Isso pressupondo que o indivíduo em questão queira realmente se curar. Por que alguém iria querer ficar mal? Não sei, mas qualquer médico pode contar um ou dois casos em que fez tudo que a medicina manda e mesmo assim o paciente não se curou. Há casos citados em livros (Deepak Chopra conta vários nos seus) de pacientes que, ao contrário, estão desenganados e reaparecem meses depois sem nenhum problema ou sintoma. Essa humildade que permeia toda a filosofia do Quantum Touch é um de seus pontos fortes. Por mais rápido que seja o efeito da aplicação, e posso citar alguns casos impressionantes, o praticante não se deixa levar pelo sucesso; o que é muito bom, já que isso diminui a frustração nos casos (pouquíssimos, reconheço) em que não se vê efeito nenhum. Não, não se trata de transferência de responsabilidade, mesmo por que ela nunca foi do praticante. É apenas a aceitação de um limite do método. Claro, não vamos exagerar, o praticante tem algumas responsabilidades, entre elas a crucialmente importante de oferecer o padrão vibratório adequado. E isso definitivamente não é pouco. Requer treino, não necessariamente intensivo ou extensivo, mas algum, e como em toda atividade, quanto mais experiência melhor. Também requer um nível de vibração do praticante que não interfira com o que se vai oferecer. Ou seja: o praticante deve gozar de um estado geral de saúde cuja vibração esteja próxima do que vai ser oferecido. Ou correr o risco de se esgotar. Esse padrão é oferecido através das mãos do praticante. Das mãos, nenhum acessório. Voce conhece algo mais fácil de carregar do que suas próprias mãos? Portátil.
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