Histórias que não nos contaram...por Vera Lucia de Oliveira Martins - vloliveira7763@yahoo.com.br
Vagamos ao longo de encarnações sem saber quem somos ou o que estamos fazendo aqui por essas paragens terráqueas. Vivemos através de condicionamentos e tudo fica no piloto automático, aquela fitinha gravada na mente como se fosse um "manual de uso da vida" que nos ajuda (e de certa forma é imprescindível) no aprendizado; assim, sem que suspeitemos que temos uma "lâmpada de Aladim" dentro de nós mesmos, vamos olhando "para fora" e tudo o que é valioso não passa de: nossa vida, nosso corpo material, nossa família, nossas finanças, nossos amigos, nossos dons e padrões de dificuldade e esquecimento aumentando a cada encarnação. Pulamos de "algozes" a "vítimas" dentro desse viver sansárico, na roda das encarnações.
De repente, numa dessas vidas (e olha que são milhares) com conhecimento comprado e adquirido, começamos a acender o sinaleiro interno do discernimento; já não queremos de mão beijada o que tentam nos impingir como verdade sobre o universo e todas as vidas que interagem no planeta. Tornamo-nos mais sensíveis à dor, à luz, à arte... Começamos a desejar uma qualidade de vida melhor, não porque nos ensinaram mas porque dentro de nós os apelos ficam muito mais reais e grandes por paz, equanimidade, amor, partilha... Sentimos uma saudade de algo que não sabemos, de um "lar" utópico... E, nossas vidas vão em turbilhão; passamos do simples "camelo" para uma vida de "leão" (quando nos tornamos mais idealistas, pacifistas, etc.) até chegarmos à "criança interior" (Essas analogias são do mestre OSHO).
É lógico que não estou comparando "ESTRELAS" (MESTRES), pois todos somam, abordam lados da verdade, falando de caridade, ora de compaixão e/ou verdade, bem e belo; ou amor, alegria e prazer... Tudo dá no mesmo! Nossas vidas como "camelos", "leões" ou a "criança interior" (vale conferir). Ele, M. Osho, foi mal compreendido pelo sistema social por causa de temas bombásticos que pulverizam qualquer máscara que você possa tentar conservar. Compara com sutileza ou força e sabedoria as obras de todos os Mestres que aqui passaram, citando-as, exemplificando-as. Para Lê-lO você precisa se desarmar de um único sentimento: "PRE" "CONCEITOS". É bárbaro, espetacular! Os MESTRES são pistas para nosso caminho de retorno ao LAR verdadeiro.
Texto revisado por Cris
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