Artigo de Flávio Bastos: O instigante e o previsível - | Artigos do Clube
 
O instigante e o previsível  
   

O instigante e o previsível

Autor Flávio Bastos - flavio01bastos@gmail.com


"...Qualquer um que diga a esta montanha: sai daí e joga-te no mar, não vacilando em seu coração, mas acreditando que acontecerá, assim será". (Marcos, 11, 23)

Os grandes líderes sociais, mestres espirituais, criadores, descobridores e inventores da humanidade, tiveram -e ainda têm- uma característica em comum: instigar, ou seja, estimular outras pessoas com o seu comportamento "imprevisível" e a sua visão diferenciada de ver o mundo.
Charles Chaplin, com a sua monumental obra cinematográfica, mexeu profundamente com as emoções e sentimentos das pessoas em uma época marcada pelo orgulho nazi-fascista e pelo mecanicismo industrial que começava a "robotizar" os indivíduos. Chaplin, com a genialidade que lhe era peculiar, conseguiu tocar a alma humana...

Jesus Cristo, considerado rebelde e agitador de massas há mais de dois mil anos, permanece entre nós ainda como um incompreendido, e as suas palavras, como uma folha de papel solta a movimentar-se ao sabor do vento. Porém, a sua obra e mensagem, algo que continua a nos instigar...

Martin Luther King, o primeiro negro norte-americano que teve a coragem de questionar a segregação racial em seu país, reivindicando direitos iguais para negros e brancos, foi um imprevisível fora de série que inspirou muitos outros líderes mundo afora.

Ernesto Guevara, o médico revolucionário argentino-cubano, com o seu comportamento irreverente e olhar diferenciado para as profundas questões sociais, virou mito, modelo de rebeldia e não-acomodação para várias gerações de humanos.

Chico Buarque de Holanda, compositor e cantor numa fase em que o país mergulhou na escuridão da previsibilidade institucional, com a sua obra perseguida e censurada pela ditadura, foi uma permanente luz de esperança no fim do túnel...

Ser instigante, portanto, é ser imprevisível, questionador. É não se conformar com o óbvio. É sair em busca de crescimento. É não acomodar-se com uma visão de mundo "encaixotada" e dependente de significados e valores questionáveis sob a luz da ciência, da transcendência, da moral e da ética humana.

Mahatma Gandhi disse "não" à violência e sustentou até a sua trágica morte, a "bandeira de luta" que defendia em nome da paz e de um mundo melhor para todos. Gandhi foi um fora de série...

Francisco de Assis, de origem abastada, abdicou da riqueza material para viver entre os pobres e os seres da natureza que tanto amava. Praticou caridade a vida inteira e foi um exemplo no exercício do amor fraternal. Francisco foi outro fora de série...

A mídia é um conjunto dos meios de informação e comunicação existentes na imprensa, rádio, televisão, internet etc.. No entanto, o problema da mídia não é a mídia própriamente dita, e sim, os vícios gerados por interesses individuais e coletivos que acabam "minando" (corrompendo) as boas intenções originais. Dessa forma, as mídias vão sentindo o gostinho do poder e deixando-se seduzir pelos condicionamentos impostos pelos poderes político e financeiro e tornam-se previsíveis.

Gregg Braden não está no foco dos holofotes das mídias, mas é um cientista conhecido hoje por unir o mundo da ciência e o mundo espiritual.

Na introdução de seu livro "Awakenning to zero point", Braden escreve que a descoberta do Grande Código Isaías nas cavernas do Mar Morto, em 1946, revelou as chaves do nosso papel na Criação. Entre estas chaves encontram-se as instruções de um modelo "perdido" de oração, que a ciência quântica moderna sugere que tenha o poder de curar nossos corpos, trazer paz duradoura ao nosso mundo e, talvez, prevenir grandes tragédias que poderia enfrentar a humanidade.

Gregg Braden esclarece-nos que a ciência já provou que a chave para a oração -ou prece- seja eficaz, é a união do pensamento, do sentimento e da emoção, e frisa que alguns de "nossos cientistas" estão preocupados porque o magnetismo da Terra está diminuindo drástica e rapidamente. Inclusive, já especularam em segredo sobre uma possível alteração nos polos magnéticos do planeta, prevista justamente para o ano que termina o calendário maia, quando as profecias Hope assinalam como o princípio de um novo começo: 2012.

Diz o cientista -o que dificilmente encontraríamos noticiado na mídia- que quanto maior o magnetismo, maior é o tempo para a manifestação no nosso mundo do que pensamos e sentimos. Por conseguinte, quanto menor o magnetismo, menor será o tempo para nos encontrarmos com a manifestação de nossos desejos, ou com a manifestação de nossos medos.

Afirma, respaldado pela sua descoberta científica, que geneticamente nosso DNA muda com as frequências que produzem nossos sentimentos, e como as frequências energéticas mais altas, que são as do amor, impactam no ambiente, de uma forma material, produzindo transformações não só em nosso DNA, mas no ambiente que nos cerca.

E conclui, Gregg Braden, que é um homem instigante mas profundamente humano: "Portanto, quanto mais amor deixarmos fluir por nossos corpos, mais adaptados estaremos para enfrentar o que possa acontecer em 2012 e para conduzir nosso planeta, mediante nossos pensamentos positivos em conjunto, para o melhor futuro possível".

Psicoterapeuta Interdimensional.




www.flaviobastos.com



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Autor: Flávio Bastos   
Flavio Bastos é criador intuitivo da Psicoterapia Interdimensional (PI) e psicanalista clínico. Outros cursos: Terapia Regressiva Evolutiva, Psicoterapia Reencarnacionista, Terapia Floral, Psicoterapia Holística, Parapsicologia, Capacitação em Dependência Química, Hipnose e Auto-hipnose e Dimensão Espiritual na Psicologia e Psicoterapia.
E-mail: flavio01bastos@gmail.com
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Publicado em 31/08/2009
 

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