Todos nós já tivemos a experiência de estarmos apaixonados por alguém. Sabemos que a paixão nos traz sensações físicas (e por que não dizer, químicas?) e transforma nosso psiquismo. Dia e noite nosso psíquico está invadido pela imagem do ser amado. Basta tocar uma música ou sentirmos o aroma dum determinado perfume e já estamos completamente tomados pelas lembranças românticas.
Entretanto, não podemos deixar de mencionar a dor vivida pelo término do relacionamento amoroso. É uma dor tão intensa que alguns psicólogos chegam a compará-la com a dor do luto. O pior de tudo isso é ver que os amigos e parentes não compreendem a extensão do sofrimento de quem padece por amor. O consolo de todos envolve dizer que "a fila anda". Apesar de ser verdade, não podemos e não devemos subestimar a dor emocional vivida pela perda de um amor. Sem sombra de dúvida, devemos lembrar a quem sofre que sua dor passará, mas vai demorar um pouco. Ainda será necessário viver esse momento, chorar quando der vontade e respeitar os importantes momentos de solidão, a fim de que se elabore melhor toda essa situação.
Esse verdadeiro "luto" só passará se for vivido e elaborado adequadamente, pois essa experiência consiste num processo, cujas fases não devem ser ignoradas sob pena de se ver, posteriormente, diante do sofrimento não elaborado, mas recalcado. Com certeza, esse sofrimento ressurgirá com muita força, causando transtornos emocionais, psíquicos e, em alguns casos, físicos.
Nesse caso, sugerimos o uso de CURCULIGUM associado à PÉRPETUA, Florais de Saint Germain. Além disso, seria indispensável a ajuda de um terapeuta como um psicólogo, ou psicanalista e um terapeuta floral.