Onde surge a doença? (Parte I)por Nelson Matheus Silva - matheussilva_frc@yahoo.com.br
Autor: José Joacir dos Santos
Distúrbios ocorrem em qualquer momento da vida e em todos os níveis energéticos porque não existe na Terra um estágio perfeito e permanente. No céu também não. A divisão entre céu e terra é a mesma entre céu e inferno, só existe na cabeça de cada um. Os distúrbios podem ser físicos e quando se manifestam no corpo físico são chamados de doença. O médico é consultado. Exames são feitos, raios-x executados e aí é achado um nome para a doença, embora o diagnóstico possa conter erro por falta de informação tanto de quem fornece os dados como de quem anota os dados. Para a informação ser correta é preciso que a percepção dos dados seja correta, tanto de quem informa como de quem colhe. Ambos podem estar equivocados por causa da própria ignorância. Quem nunca viu um garfo não consegue associar garfo a comida e é capaz até de nem ver o garfo se ele estiver em cima de uma mesa. O cérebro só associa aquilo que conhece. Pode até ver, mas não registra. Quando a doença é diagnosticada, isto é, recebe um nome, é porque tem uma forma. Por exemplo, um ovo é redondo e às vezes branco, amarelo, roxo etc. A forma pode ser um vírus, uma bactéria um câncer, isto é, é algo substancial. A doença também é tratada com algo substancial: pílula, injeção, química ou erva. O distúrbio pode ser mental. Qualquer problema na mente faz o corpo sofrer. A pessoa pode ir ao psicoterapeuta, tentar entender o problema intelectualmente, entender as emoções envolvidas, tentar achar um sentido para o que está ocorrendo e tentar achar uma maneira de mudar o comportamento ou a maneira de ver as coisas, de sentir, de analisar, de lidar com as situações do dia-a-dia. A psicologia oriental da cultura tibetana também reconhece outra área na qual o distúrbio pode se manifestar: a dimensão energética.Levando-se em conta a maneira como os médicos são formados atualmente pelas universidades, distúrbios da dimensão energética não podem ser diagnosticados por médicos, daí o barulho que alguns fazem contra as terapias energéticas. Esses distúrbios energéticos são o resultado de interferências das demais dimensões energéticas paralelas ao mundo físico, que a ciência física sabe que existem, e consequentemente pelos seres que nelas habitam. As antenas de televisão e de aparelhos celulares já são, comprovadamente, exemplos mais próximos da interferência invisível, ao olho nu, na saúde de pessoas, animais e plantas - negativamente. O avião norte-americano que vai para o espaço consertar satélites fica navegando ao redor da terra até ter o momento propício de aterrissar senão é transformado em pedaços. Com toda tecnologia avançada, a mãe natureza é quem permite e diz que momento um aparelho daqueles está autorizado a aterrissar sem ameaça à vida dos tripulantes.
Quando os distúrbios são energéticos, não há como tratá-los de forma substancial. O único caminho é a transferência de energia sutil, mediunidade, a intuição, a conversa com espíritos, os sonhos, oráculos e alguns aspectos da astrologia. Os tratamentos são não-substanciais: Reiki e outras formas de tratamentos energéticos, exorcismo, contato com textos sagrados e outros objetos, purificação do pensamento pela oração e meditação, exercícios xamânicos de purificação com incensos, água, fogo, resgate de alma, recuperação da força vital, passes, etc. Há casos que homeopatia, florais, ervas especiais, banhos, alimentações especiais entram como coadjuvante aos tratamentos não-substanciais.
Quando há um problema é importante saber quais as ferramentas certas para tratá-lo para que uma solução seja encontrada. É preciso reconhecer a natureza da mente e ater-se a isso para saber que prática utilizar. Se a natureza da mente não é sabida, não se pode ater-se a ela, diz o Lama Tenzin Rimpoche, do qual reproduzo muitos de seus conhecimentos. Se você utilizar a ferramenta inapropriada não haverá solução do problema, só adiamento do sofrimento. Se o distúrbio é energético, análise intelectual psicoterápica e medicamentos não ajudarão. Por outro lado, se você tiver uma visão intelectual errada ou distorcida ou ignorante a respeito das demais dimensões, incensos não resolverão o problema. Sem conhecimento das diversas dimensões da energia que circunda a terra e todos os seus habitantes, desde a energia elétrica à energia de Reiki, passando pela energia dos medicamentos e coadjuvantes, você não saberá endereçar um distúrbio e erros podem acontecer - todo ser humano comete erros.
Leia a Parte II - Continuação... Link: http://somostodosum.ig.com.br/clube/artigos.asp?id=18445
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