O RETORNO À BASE DA CIVILIZAÇÃO - Natan-Kadan
 
O RETORNO À BASE DA CIVILIZAÇÃO
Bookmark and Share

O RETORNO À BASE DA CIVILIZAÇÃO

por Natan-Kadan - contatodoportal@hotmail.com

O cérebro só percebe aquilo que acredita ser possível. Este modelo de associação é muito bem explicado no filme “Quem Somos Nós”, quando narra a história sobre o dia em que as naus de Colombo se aproximavam. Os índios americanos, nas ilhas caribenhas, não as conseguiam ver, pois as naus não eram parecidas com nada que tivessem visto antes. A razão de não enxergarem os navios era porque não tinham conhecimento deles. Os seus cérebros não tinham experiência de que os navios existiam. Porém, o xamã começou a notar ondulações no oceano. Então começou a olhar todos os dias e depois de um tempo, conseguiu vê-los. Quando os avistou, contou para todos que existiam navios lá. Como confiavam e acreditavam nele, conseguiram ver também.

Muitas das programações a que somos submetidos encobrem a nossa visão, impedindo de enxergarmos a realidade. A maior delas foi feita pela religião! O principal condicionamento estabelecido por ela vem da concepção que Deus é algo distinto de nós, a quem devemos adorar, cultuar e agradar, esperando ser premiado no fim da vida.

Hoje temos uma incrível tecnologia: imãs anti-gravitacionais, campos magnéticos, energia ponto zero… e mesmo assim ainda temos um conceito retrogrado e supersticioso a respeito de Deus. As pessoas, quando ameaçadas por essas sentenças de premio ou castigo eterno, ficam temerosas. Mas Deus não é assim. Deus não vai punir alguém por ter feito isso ou aquilo. Não existe um Deus condenando as pessoas. Todos somos deuses. Somos deuses que estão construindo. Quando começamos a questionar tais retratações de Deus, nos taxam de agnóstico, um subversivo da ordem social.

Infelizmente as pessoas estarão sempre sendo programadas em todos os passos que derem na vida. Serão sempre condicionadas pelos pais e posteriormente pelos conceitos recebidos na escola infantil, no primeiro grau, no colégio, no cursinho pré-vestibular e finalmente nas faculdades.

As universidades oferecem cursos e profissões que satisfazem as necessidades do mercado de consumo, mas não as necessidades humanas. O drama vivido pelos jovens quando estão nas portas das faculdades é muito grande. A maioria não sabe qual caminho seguir, mas compreendem que essa decisão será fatídica. Uma vez decidido, esta resolução o acompanhará para o resto da vida. Muitos gostariam de ser qualquer outra coisa, pois as suas almas não desejam nada daquilo que se apresenta. Só querem, na verdade, ser felizes! Só que os jovens, para obedecerem os conceitos paternos, precisam de competir. Precisam de status de poder na sociedade e de ganhar muito dinheiro.

Movidos por essa energia inconsciente, passam a completar os seus condicionamentos finais. O mais interessante ocorre quando no fim dos seus estudos, vão para a cerimónia final. Cerimónia chamada de formatura, ou seja, todos foram formatados e saem iguaizinhos uns aos outros, como andróides numa linha de montagem. Todos possuem os mesmos conhecimentos, as mesmas verdades e diretrizes. A programação mental se completou da mesma forma que os andróides são programados. A única diferença entre um andróide produzido em uma fábrica é o tempo de programação. Um andróide depois de pronto é programado em algumas horas e um ser humano demora cerca de 25 anos.

Agora esses jovens acreditam que são engenheiros, médicos, advogados. Todas as manhãs esses andróides biológicos, que pensam que são seres humanos, saem para o trabalho para executar as tarefas pelas quais foram programados. Exatamente iguais aos andróides dos filmes futuristas: verdadeiros escravos do sistema social, que servem as empresas como se estivessem cumprindo a mais nobre das missões. Os seus ideais estão baseados no sucesso e na fama que obterão nas suas profissões. Identificam-se tanto com os seus programas que vivem 24 horas esse programa. Não são mais almas encarnadas em busca da libertação como seres cósmicos. As suas programações lhes dizem que tudo isso é bobagem. A alma não existe. Não existe vida após a morte. E, sendo assim, passam a existir somente em função do seu trabalho e o quanto de lucro e sucesso conseguirão em suas carreiras. Serão utilizados como escravos de um sistema empresarial capitalista e de ideais políticos, sempre correndo atrás da fama e do sucesso, esquecendo completamente a sua parte espiritual.

Inconscientemente esses andróides estão querendo ser felizes e se realizarem como espírito. Só que não sabem disso. Estão aprisionados dentro de um invólucro carnal subjugado por uma programação mental que é uma verdadeira lavagem cerebral. Uma alma sob essas condições estará verdadeiramente morta. A energia natural do seu espírito não poderá se manifestar. Este indivíduo estará constantemente infeliz, em profunda depressão, angustiado, só, e nada que faça ou conquiste em sua vida social lhe trará a paz. Todas as conquistas realizadas por esse andróide programado nada têm a ver com a raiz da sua angústia. Por mais fama e sucesso que possam conquistar, continuarão profundamente infelizes e irão perceber aos poucos que todo o esforço para chegar no topo das conquistas sociais não adiantou de nada. Na autobiografia de Henry Ford, o homem mais rico do mundo na sua época faz uma declaração bombástica. Afirma o seguinte: “Cheguei ao topo do mundo. Consegui construir a maior fortuna do planeta e cheguei ao ponto máximo que um homem pode chegar em nossa sociedade capitalista. E chegando nesse ponto, pude constatar que aqui não tem nada. Aqui não existe nada que possa realmente valer a pena tanto esforço e tanto trabalho. Estou aqui e não sou feliz. Minha maior angustia é não poder convencer as pessoas que estão nessa jornada, querendo chegar aonde cheguei, de que aqui não existe nada.”

Em todas as escolas e universidades nunca houve preocupação com os sentimentos mais íntimos dos seus alunos. Nunca se importaram se estavam felizes e realizados como seres humanos. Em nenhum currículo escolar ou universitário existe uma matéria sobre o ser e sobre os seus sentimentos e emoções. Todas as escolas só estão interessadas em formá-los como uma máquina para servir o sistema capitalista e social.

Agora imagine essa máquina biológica altamente programada, tentando se relacionar afetivamente com o sexo oposto. Certamente não saberá nada sobre o amor, sobre o sexo e sobre as energias mais primordiais. Serão mortos vivos travando conhecimento. Duas cascas onde os espíritos estão mortos. Certamente não dará certo. A felicidade e a realização nessas condições jamais ocorrerão. Isso acontece porque os andróides biológicos são programados diferentes e as suas programações entrarão em choque. Um não tem nada a ver com o outro. Não existirá sintonia e o conflito será inevitável. São programas se relacionando. São andróides se relacionando. Não são seres vivos.

Se quisermos sair dessa condição temos que desprogramar esse condicionamento e ressuscitar a nossa alma e o nosso espírito. Acreditem que esse é o muro levantado pela Ordem do Dragão Negro e pelo SGC entre o homem e a sua realização como ser. Uma sociedade avançada do terceiro milénio não pode carregar essa gigantesca falha. Temos que perceber o que se passa e fazer uma grande revolução interna para trazermos de volta a alma e o espírito como base fundamental da nossa civilização


por Natan-Kadan - contatodoportal@hotmail.com   
Regressão, Alchemist Healing (cura com as mãos), Vortiônica (cura com o pêndulo), utilização de máquinas como o Oberon (Russa) para detectar problemas biológicos, anti-toxic (Européia) para retirada de metais pesados e Zapper = antibactericida (Canadense). Atua também com a Mesa Alquímica, para prever o futuro. Atendimento a empresas e particulares
Lido 495 vezes, 27 votos positivos e 1 votos negativos.   
E-mail: contatodoportal@hotmail.com
Visite o Site do autor
Vote se você gostou deste Artigo!
Sim Não  

 
O conteúdo desta página é de exclusiva responsabilidade do Participante do Clube.
O Site não se responsabiliza pelas opiniões expressadas ou eventuais violações de direitos autorais.