 |
|
Cometemos erros até com a melhor das intenções! Por que? Porque somos seres humanos dotados de falhas e limitações! Propensos a erros sim, mas dotados com uma incrível capacidade de aprender nesta escola da vida, para assim, mais amadurecidos, desenvolvermos uma autoconsciência, equilibrando sentimentos e estabelecendo limites racionais sem que façamos a nós mesmos exigências impossíveis e perfeccionistas demais! Sem ficar nos culpando por não conseguir ser tudo, possuir tudo, desfrutar de tudo! - Silvana Lance Anaya, usuária do Clube
|
|
| |
Energias para Hoje
I-Ching: 30 – LI – ADERIR A energia do fogo indica o caminho certo de suas ações. Mas ao atingir o sucesso não esqueça daqueles que o ajudaram.
Runas: Dagaz Abra-se! Surpresas agradáveis em todos os campos.
Numerologia: Pioneirismo A criatividade e as idéias novas devem receber atenção especial hoje. É um bom dia para pensar em você, nos seus desejos, metas de vida e em seu sucesso. Comece por seus planos de ação hoje.
Louise Hay fala sobre problemas com Diabetes Pesar por coisas que poderiam ter acontecido. Grande necessidade de exercer controle. Mágoa profunda. Não tem mais doçura. Clique e veja mais!
|
|
|
|
Felicidade Nacional Bruta
Se você é daqueles que acham que dinheiro não traz felicidade e, por isso mesmo, sente-se um solitário boboca neste mundo materialista, anime-se: vem aí uma nova maneira de medir a riqueza das nações e de seus habitantes.
Chama-se "Normas para Indicadores Nacionais de Bem-Estar e Mal-Estar Subjetivos". Foi concebido pelo psicólogo Edward Diener, da Universidade de Illinois, e divulgado em artigo de autoria de Andrew Oswald (Universidade Warwick) publicado quarta-feira pelo jornal britânico "Financial Times". O título é eloqüente: "Os hippies estavam certos a respeito da felicidade".
A lógica da história, segundo Oswald, é a seguinte: por muito que certos países tenham ficado riquíssimos, seus habitantes não são hoje mais felizes do que eram seus pais ou avós. É o caso do Reino Unido: está vivendo o mais longo período de crescimento econômico desde 1701 (sim, 1701), mas "pesquisas aleatórias com cidadãos britânicos relatam o mesmo grau de bem-estar psicológico e satisfação com suas vidas que tinham seus pais e avós (mais pobres)".
Pior ainda é nos Estados Unidos: "Embora o nível real de renda tenha se multiplicado por seis, a taxa de suicídios per capita é a mesma do ano 1900".
O autor do artigo deixa claro que nenhum dos pontos que levanta está imune a contra-argumentos. Mas sua teoria é instigante, ainda mais ao desafiar a sabedoria convencional que condiciona felicidade (pessoal, política e eleitoral, acrescento) ao crescimento econômico.
Um dos argumentos a desafiar a sabedoria convencional: pesquisas mostram que a prosperidade do vizinho incomoda. "É a renda relativa que conta: quando todo mundo em uma sociedade fica mais rico, a média de bem-estar permanece a mesma", escreve Oswald.
Ou, posto de outra forma, a FIB (Felicidade Interna Bruta) não acompanha necessariamente o PIB (Produto Interno Bruto).
Fonte: CLÓVIS ROSSI - crossi@uol.com.br
Folha de São Paulo
|
|
|
Lido 1817 vezes
1 comentário(s)
|
|
|
|
: : : : : PARTICIPAÇÃO DOS USUÁRIOS DO SITE : : : : :
|
22/12/2008 00:59:12 - Maria Augusta Soares Correa - Usuário(a) do Clube - doctorcnsatm@yahoo.com.br
EU ME ENCONTREI MAIS DESTA VEZ NO PENSAMENTO DO MILLÔR: "FAÇA A REFORMA QUE QUISER: O DINHEIRO É ETERNO". PARA DESENVOLVER O TEMA EU TENHO QUE PESQUISAR. FICO POR AQUI... www.millor.com.br MARIA AUGUSTA SOARES CORREA www.stum.com.br/augustasoares |
|
|