Mergulho profundo na paz e na luz interior! No silêncio revelador de todos os segredos e de todas as verdades, sobretudo na serenidade de uma consciência tranqüila! - Lucilla, usuária do Clube
I-Ching: 54 - KUEI MEI – A JOVEM QUE SE CASA Evite qualquer decisão ditada pela paixão.
Runas: Tiwaz Remoção de obstáculos, vitória através de lutas.
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Numerologia: Equilíbrio Procure estabelecer um ritmo harmônico em sua vida, evite precipitações e correrias e arrume tempo para dedicar-se aos que ama dialogue, faça trocas pratique a compreensão.
Louise Hay fala sobre problemas com Sangue Representa alegria fluindo livremente pelo corpo. Clique e veja mais!
EARTHLINGS (Terráqueos)
EARTHLINGS (Terráqueos) é um documentário sobre a absoluta dependência da humanidade em animais (para companhia, comida, roupa, entretenimento, e pesquisa científica) mas também demonstra nosso completo desrespeito por estes chamados "provedores não-humanos". O filme é narrado pelo indicado ao Oscar Joaquin Phoenix (GLADIADOR) e apresenta música pelo artista de platina renomado pela crítica Moby.
Em 2005 ganhou 3 prêmios em 3 festivais diferentes Boston, San Diego e Artivist.
Com um estudo profundo em pet shops, fábricas de filhotes e abrigos de animais, como também em fazendas industriais, o comércio de couro e de peles, as indústrias de esportes e entretenimento, e finalmente a profissão médica e científica, EARTHLINGS usa câmeras escondidas e imagens nunca antes vistas para demonstrar as práticas cotidianas de algumas das maiores indústrias do mundo, todas as quais dependem totalmente em animais para o lucro. Poderoso, informativo e provocador, EARTHLINGS é de longe o documentário mais compreensível já produzido na correlação entre a natureza, animais, e os interestes econômicos humanos. Existem muitos filmes valiosos de direitos dos animais, mas este transcende o cenário. EARTHLINGS grita para ser visto.
Earthlings (Terráqueos) - Português (Legendado) - Parte 1
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10/10/2009 18:14:53 - peter black
Somos muito maus, somos os "bad guys". Mas a maioria das pessoas não tem consciência disso. Usamos couro, comemos carne e sobrevivemos através da crueldade contra esses inocentes animais. Gostei muito desse Blog. Mas se alguém quiser postar algo no meu seria ótimo. Olha eu estou começando e meu blog não é tão grande quanto este, mas me dêem uma forcinha. Obrigado: http://civilizacaoaquepreco.blogspot.com/
6/7/2009 16:38:39 - ana teresa simões
Eu, que pensei ser uma pessoa de consciência, andava muito distraída, como todos nós. A carinha que comemos desde crianças, são bocados dos nossos companheiros terráqueos. É verdade, não sei como é que podemos participar disto diariamente. É tão triste a nossa desumanidade. Por mim, ando com muita pressa de fazer com que todos à minha volta vejam este documentário, mesmo que me chamem de chata e negativa como já aconteceu. Penso que a palavra negativo vem de negação que é o que as pessoas costumam fazer para não agirem. Depois deste documentário, deixei de comer carne, foi muito fácil. Mãos a obra que não há tempo a perder!
11/5/2009 13:08:18 - elmo dórea - elmodorea@hotmail.com
"A Carne É Fraca" e "Terráqueos" são documentários de altíssima relevância, para serem assistidos pelo maior número de pessoas, o que iria causar mudanças de postura em muitos de nós acostumados, desde criança, a admitir que um pedaço de carne no prato é tão somente isso. Como se uma máquina o produzisse depois de um botão apertado. Mas, justamente por trás desse bife se encontram, secretamente, atrocidades perpetradas sem intervalos, sobre aqueles que não têm como defender-se de nossa desmedida maldade. E tudo isso em nome da cultura. Sobre ela, disse Michel de Montaigne, filósofo do século 17: "a cultura é tirânica". Quero divulgar ao máximo esses documentários, mesmo sabendo o quanto difícil ir de encontro à maré. Melhor dizer, esse "tsunami" de sangue e dor. Temos muito por que nos envergonharmos diante do espelho por práticas inaceitáveis sobre os não-humanos, os nossos irmãos menores. Por que?
24/11/2008 22:18:23 - monica
Gente, como sempre todo mundo assiste à midia, se aliena por meia hora e volta a ser o que era. Queria ver se o mundo voltasse a ser o mundo como era no começo, florestas, rios e lagos lindos... e o ser humano não tivesse se destacado na Terra. Quem ia nos comer? Um bando de leoas, de leopardos, de ursos... e por ai vai...
4/12/2007 23:28:13 - Tricia
Não consegui assistir além do da 1ª parte, depois de ler os comentários, fui covarde. Ninguém está livre de ser cruel porque no fundo somos todos iguais, somos seres humanos, mas nós temos o poder de decidir o que comer, somos inteligentes o bastante para buscar novas fontes de comida, inteligentes o bastante para criar roupas tão bonitas e acolhedoras quanto as peles, nós temos a inteligência, mas será que a usamos? Gostaria de fazer parte de outro planeta. Este não tem mais jeito. Acho que nem filho vou colocar no mundo, seria egoísmo.
25/10/2007 16:33:27 - Anderson
Este documentário é realmente fantástico, todos deveriam ter a chance de assisti-lo; por falar nisso eu conheci um projeto que onde você consegue adquirir este documentário em DVD, e ainda vem junto o documentário a Carne é fraca, outro que também eu recomendo, e você recebe em sua casa, isso tudo por um preço bem baixinho, quem quiser conhecer abaixo esta o link do site: http://www.projetoconscientizar.ilhaweb.com Valeu
3/10/2007 10:23:20 - Fabiano Campos Poderoso - fabianopoderoso@yahoo.com.br
Nunca chorei tanto ao assistir um filme! Como somos cruéis... não há palavras para descrever os atos dos homens para com os animais. É um choque também para a minha fé. ELES PRECISAM DE AJUDA! Assisti o filme ontem e a única pergunta que me faço é: o que posso fazer para ajudá-los?
30/7/2007 14:07:35 - Elesiane
Realmente de todos os animais o homem é com toda a certeza o mais detestável, parafraseando Mark Twain. O único detestável, pois os outros são inocentes. Cadê o amor do mais forte pelo mais vulnerável? Onde está nosso amor pelos outros seres? Realmente mordemos e cuspimos na mão que nos alimenta: nos “provedores não-humanos”. E, como diz no final do filme, “tudo que vai, volta”. Colhemos o que plantamos. Tendemos a nos encher cada vez mais de mazelas, doenças, problemas sociais, escassez de amor não só aos animais mais entre nós mesmos, enquanto não mudarmos de atitude. Porque uma pessoa que não sente solidariedade por um animal certamente tem dificuldade de amar a seu próximo. Esse filme, ao mesmo tempo em que me faz perder a fé na humanidade, e ter vontade de acabar logo com o ser mais detestável do planeta, acende uma ponta de esperança somente pelo fato de ter sido produzido. E espero, sinceramente, que ele e nós possamos fazer a diferença mundo afora.